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Imagem ilustrativa mostrando uma mão interagindo com uma tela digital futurista que exibe o termo "ESG" (ambiental, social e governança, na sigla em inglês). Ao redor, aparecem diversos ícones representativos interligados, incluindo lâmpada, gráfico, símbolo de instituição financeira e escudo de segurança, sobre um mapa-múndi ao fundo. O tom azul da imagem sugere tecnologia e inovação relacionada à sustentabilidade corporativa (resultados)

DIO acaba de integrar o Pacto Global da ONU no Brasil, a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, com mais de 25 mil participantes em 167 países. A adesão marca um passo decisivo no compromisso da startup com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando sua missão de impulsionar uma sociedade mais inclusiva, justa e sustentável por meio da educação e da tecnologia.

“Temos como propósito democratizar o acesso ao conhecimento e conectar talentos de todos os perfis com as oportunidades das empresas mais inovadoras do mundo. Integrar o Pacto Global da ONU fortalece ainda mais nosso papel como agente de transformação social”, afirma Iglá Generoso, CEO da DIO.

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Segundo o CEO da startup de tecnologia, essa atuação tem foco especial na inclusão: “Promovemos, juntamente de empresas parceiras, diversas iniciativas que conectam grupos sub-representados no mercado de tecnologia com vagas de emprego. Também atuamos com essas empresas na distribuição de bolsas de estudo em tecnologia, democratizando o acesso ao conhecimento e preparando a próxima geração de talentos para o futuro do trabalho”, acrescenta Iglá.

O CEO da DIO listou 5 tendências de ESG em tech, apontadas no relatório:

  1. Ética no trabalho com IA: o avanço dos agentes de inteligência artificial exige um novo marco regulatório e debates profundos sobre responsabilidade. “Quando a IA toma decisões em nome de pessoas, precisamos definir limites claros, especialmente em áreas sensíveis como saúde e RH”, alerta Iglá.

  2. Trabalho sem fronteiras: a democratização da tecnologia permite que profissionais de qualquer localidade compitam globalmente. “Startups e pequenas empresas agora acessam ferramentas antes restritas a grandes corporações. Isso exige novas habilidades, como orquestrar múltiplos agentes de IA”, explica o CEO.

  3. Liderança na era da IA: líderes precisam equilibrar inovação e humanização. “O papel da liderança não é apenas adotar tecnologia, mas criar condições para que ela amplifique o potencial humano com responsabilidade”, destaca Iglá.

  4. Cultura de reconhecimento e propósito: profissionais de tech buscam mais do que salários: querem impacto real. Empresas que valorizam contribuições individuais e conectam equipes a um propósito maior reduzem a rotatividade e aumentam produtividade.

  5. Sustentabilidade como driver de inovação: com a COP30, a principal Conferência das ONU sobre as Mudanças Climáticas, sendo realizada no Brasil em 2025, a DIO reforça a importância do compromisso com os ODS. “Sabemos que as soluções para os grandes desafios do planeta não virão de uma única nação ou setor. A educação é o motor da transformação, e o setor privado tem um papel fundamental na articulação de uma inovação ética e inclusiva”, ressalta o CEO.

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