
O uso de inteligência artificial ao longo do ciclo de vida do desenvolvimento de software pode gerar ganhos de produtividade entre 20% e 30% em escala – mas isso depende de capacitação, adoção consistente e monitoramento do valor obtido. É o que revela um estudo da Bain & Company divulgado essa semana e adiantado com exclusividade ao IT Forum.
Os números são maiores em áreas mais específicas. Assistentes de codificação com IA generativa contribuem com ganhos de 25% a 35% em tarefas como geração de código e busca por conhecimento técnico, diz a Bain, e a automação de testes unitários, integração e regressão pode reduzir o tempo gasto de 30% a 40%.
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Em testes unitários específicos, a produtividade chega a 40% a 50%.
“Outro aspecto que chama a atenção na pesquisa é que, em geral, 15% dos usuários são responsáveis por mais de 70% do uso de ferramentas de IA generativa. Esse dado evidencia a importância de estratégias de adoção específicas para cada tipo de usuário, uma vez que, para aproveitar todo o potencial dos assistentes de código, as companhias precisam (…) [incentivar] toda a equipe a adotar a tecnologia”, diz em comunicado Luis Diez, sócio da Bain e líder da prática de tecnologia corporativa na América do Sul.
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