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A imagem mostra uma quadra de tênis com várias bolas amarelas espalhadas próximo à rede. Sobreposta ao cenário, há uma camada digital de gráficos futuristas e elementos de interface de dados, como círculos concêntricos, linhas de frequência, mapas e códigos. O efeito transmite a ideia de análise tecnológica aplicada ao esporte, remetendo a conceitos como inteligência artificial, estatísticas em tempo real e monitoramento de desempenho em partidas de tênis. É uma representação visual da fusão entre esporte tradicional e inovação digital.

No AI Press Tour da IBM, no Valle Nevado, Chile*, a IBM mostrou como está reinventando a experiência esportiva em parceria com alguns dos maiores ícones globais, de Wimbledon à Ferrari. O segredo? Uma estratégia híbrida de cloud computing combinada com inteligência artificial (IA).

Um dado da IBM, revelado por Joaquim Campos, vice-presidente de Software da IBM América Latina, chama atenção: 87% dos fãs de esporte na América Latina acreditam que a tecnologia terá ainda mais influência até 2027. “O esporte é emoção, mas cada vez mais é também dados. Nosso papel é transformar esse volume gigantesco de informações em experiências que engajem e encantem os torcedores.”

Em todas as experiências, a combinação de nuvem híbrida, IA e narrativas automatizadas tem o objetivo de aproximar torcedores da emoção do esporte com informação personalizada, instantânea e relevante. “Não falamos apenas de tecnologia. Falamos de como transformar dados em emoção para milhões de fãs”, resume ele.

Confira como a IBM está levando as tecnologias para o esporte.

Wimbledon, precisão em tempo real

Em Wimbledon, a IBM combina poder de nuvem híbrida e IA Watsonx para criar estatísticas instantâneas, insights e narrações automáticas das partidas. São 2,7 milhões de pontos de dados capturados e público global de mais de 9 milhões de fãs impactados. O resultado, segundo a companhia, é uma cobertura mais rica, dinâmica e acessível para quem acompanha o torneio em qualquer lugar do mundo.

US Open, engajamento digital no Grand Slam

No US Open, a experiência vai além dos resultados. Agentes de IA treinados pela IBM criam resumos narrados de cada jogo, além de análises em tempo real. Isso mantém os fãs conectados, mesmo quando não podem assistir às partidas completas. Em 2024, foram 1,7 milhão de pontos de dados capturados e 10 milhões de fãs alcançados.

Ferrari: experiência reinventada no cockpit

Com a Ferrari, a IBM leva sua inteligência para além do campo e da quadra. A parceria foca na experiência digital dos torcedores da Fórmula 1, entregando dados sobre performance e estratégias em aplicativos interativos. O “Race Center” impulsionado por IA oferece visualizações em tempo real e previsões de corrida baseadas em modelos de machine learning. A audiência chega a 390 milhões de fãs.

UFC: estatísticas narradas pela IA generativa

No octógono, a parceria com o UFC mostra o poder da IA generativa do Watson. Dados avançados são traduzidos em narrativas compreensíveis, enriquecendo a experiência de quem acompanha as lutas. As informações estatísticas aparecem em tempo real durante as transmissões, ampliando o engajamento de uma base de 700 milhões de fãs.

*A jornalista viajou a convite da IBM