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A imagem mostra um smartphone com a tela exibindo o logotipo da "deepseek" sobre um fundo azul. O logotipo consiste em uma baleia estilizada em branco, acompanhada do nome da empresa em letras minúsculas. O aparelho tem um design moderno, com bordas finas e um entalhe na parte superior da tela. A imagem transmite uma estética tecnológica e minimalista, possivelmente relacionada a inteligência artificial, pesquisa ou desenvolvimento de software, microsoft

A chinesa DeepSeek apresentou nesta segunda-feira (29) o V3.2-exp, modelo experimental de inteligência artificial que adota a técnica Sparse Attention, capaz de cortar pela metade os custos de inferência em operações de longo contexto. O anúncio foi feito na plataforma Hugging Face, acompanhado de artigo científico publicado no GitHub, segundo o TechCrunch.

O sistema combina dois módulos: o “lightning indexer”, que seleciona trechos relevantes da janela de contexto, e o “fine-grained token selection system”, que filtra tokens específicos dentro desses trechos. Essa estratégia permite ao modelo lidar com grandes volumes de informação sem sobrecarregar servidores.

Testes preliminares indicam que o custo de uma chamada simples de API pode cair até 50% em cenários de contexto extenso. Como o modelo é de código aberto, pesquisadores independentes poderão validar os resultados em breve.

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Contexto do avanço

A busca por eficiência no uso de modelos pré-treinados tem crescido, já que os custos de inferência, diferentes do custo de treinamento, se tornaram barreira para a escalabilidade de serviços de IA. O trabalho da DeepSeek mostra que ainda há espaço para otimizar a arquitetura transformer.

Fundada na China, a empresa ganhou notoriedade no início do ano com o modelo R1, treinado com uso intensivo de reinforcement learning a custos bem menores que concorrentes americanos. Embora não tenha causado a revolução esperada, a iniciativa posicionou a companhia como peça singular na corrida global da IA.

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