
A estratégia de implantação híbrida de inteligência artificial tornou-se padrão no setor de serviços financeiros, com 91% das organizações classificando essa abordagem como “altamente valiosa”. Embora a adoção de IA seja ampla, há barreiras relacionadas a dados e segurança que impedem as empresas de alcançar uma integração mais completa.
Os dados acima fazem parte de um estudo global da Cloudera divulgado na segunda-feira (24). Foram ouvidos, em parceria com a Finextra Research, 155 executivos e líderes de todo o mundo.
A pesquisa indica que 62% das organizações de serviços financeiros já utilizam uma abordagem híbrida de IA que inclui nuvem pública, data centers e edge, o que permite implantação onde os dados estão. O modelo é considerado positivo para gerenciar sistemas legados, escalar de forma eficiente e lidar com tarefas intensivas, como o treinamento e a implantação de modelos de IA.
No entanto, a segurança de dados é apontada como principal obstáculo. Além disso, 97% das organizações de serviços financeiros relatam que silos de dados prejudicam a capacidade de construir e implantar modelos de IA.
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Quase metade das organizações (48%) já ultrapassou a fase inicial de experimentação, mas ainda não integrou totalmente a tecnologia às operações. Isso as coloca em desvantagem em relação aos 26% que já alcançaram adoção plena de IA em toda a empresa.
“O relatório confirma que uma estratégia híbrida e compatível com dados em qualquer lugar é inegociável. Ele também destaca que somente infraestrutura não é suficiente”, diz em comunicado Adrien Chenailler, diretor global de Soluções de IA para Serviços Financeiros da Cloudera.
O relatório é baseado em uma pesquisa global realizada pela Finextra em agosto de 2025 com 155 participantes de organizações de serviços financeiros e tecnologia. Os respondentes ocupavam cargos seniores na América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, América Latina e Oriente Médio & África.
O relatório completo pode ser lido aqui.
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