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Mão robótica estende um dedo em direção a um conjunto de interfaces digitais luminosas. No centro da composição, aparece o texto “AI Ethics” dentro de um painel azul brilhante. Ao redor, ícones holográficos representam justiça, governança, colaboração, segurança, regulamentação e tecnologia. Na parte inferior, uma mão humana sustenta uma base luminosa, simbolizando a interação entre pessoas e inteligência artificial em um contexto ético e tecnológico. (confiança, I2AI)

A Associação Internacional de Inteligência Artificial (I2AI), entidade sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento e na capacitação relacionada à IA, e que reúne profissionais e empresas do setor, anunciou essa semana a posse da nova diretoria brasileira. A entidade atua desde 2019 em países como Brasil, Portugal e Alemanha, e promove eventos, cursos e estudos, entre outras iniciativas.

A gestão reúne nomes como Adriana Rollo, especialista em Direito Digital e regulação de IA; Alexandro Romeira, especialista em IA aplicada aos negócios; Diego Nogare, consultor executivo e especialista em aprendizado de máquinas; Fernando Gomes de Oliveira, especialista em governança e transformação digital; Itamar Iliuk, pesquisadora e docente em IA, IoT e Robótica; e Luca Campagna, especialista em relações governamentais e inovação.

Na posse, foi assumido um compromisso de ser “agente ativo na construção de um ecossistema de inteligência artificial que beneficie empresas, profissionais, consumidores e instituições públicas, promovendo um desenvolvimento sustentável, inovador e responsável”.

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A novidade acontece em um momento no qual, segundo a entidade, o futuro da humanidade dependerá do “alto impacto da IA”. A nova gestão reafirmou compromisso com o “desenvolvimento ético e responsável da tecnologia no Brasil”. E diz que a tecnologia “promete criar oportunidades essenciais para o futuro, mas também impõe desafios que exigem responsabilidade, maturidade institucional e alinhamento com o interesse público”.

“A IA tem o potencial de transformar profundamente a sociedade brasileira. No entanto, sua adoção deve ser feita de maneira ética, segura e com um olhar atento aos impactos sociais e econômicos. Nossa missão é garantir que o desenvolvimento dessa tecnologia no Brasil se dê com responsabilidade e dentro dos princípios que defendem o bem-estar coletivo”, diz o novo presidente da I2AI, Fernando Gomes de Oliveira.

A entidade publicou uma carta aberta com seus compromissos para a próxima gestão, que pode ser lida (em pdf) nesse link.

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