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Imagem aérea de uma rodovia com múltiplas faixas de tráfego em ambos os sentidos, atravessada por uma ponte verde para a travessia segura de animais silvestres. A ponte é coberta por vegetação e integra-se à paisagem natural ao redor, conectando áreas de mata dos dois lados da estrada. Vários veículos estão em trânsito nas pistas, e a região ao redor é composta por áreas verdes com árvores e vegetação rasteira (biodiversidade, motiva)

A Motiva, antiga CCR, responsável pela concessão de 37 ativos de rodovias, ferrovias e aeroportos no Brasil, anunciou essa semana um programa de inovação aberta. O objetivo é fazer investimentos em soluções tecnológicas de startups com foco em desafios relacionados a rodovias e trilhos – nesses últimos incluídos trens, metrôs e VLTs.

É a primeira edição do programa. A ideia, segundo a companhia, é trabalhar em projetos que aumentem a eficiência operacional, reforcem a sustentabilidade e melhorem a experiência dos clientes. Todos são relacionados à área de engenharia da Motiva Rodovias, central em um plano de investimentos de R$ 67 bilhões para os próximos anos.

A Motiva diz que escolherá cinco startups que tragam soluções em cinco frentes: segurança viária, energia elétrica, pavimentação, pintura de rodovias e orçamento inteligente.

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“Ao lançar o seu Programa de Inovação Aberta, a Motiva estrutura canais formais para testar e escalar soluções que complementam as nossas competências por meio de POCs, modelo venture‑client e co‑desenvolvimento com startups e centros de pesquisa”, explica em comunicado a diretora de estratégia e inovação da Motiva, Francine Saueia.

A definição das startups vencedoras considerará critérios como maturidade da solução, nível de inovação e aderência aos desafios propostos. Os participantes também terão a oportunidade de apresentar suas ideias aos executivos da Motiva por meio de sessões de pitch. A iniciativa conta com a parceria técnica da Aevo, especializada em inovação aberta.

Após a seleção das vencedoras, o programa prevê provas de conceito ou MVPs (produtos mínimos viáveis, na sigla em inglês) para validar, em ambiente real, os projetos com potencial de aplicação prática. Ao todo, a iniciativa tem duração estimada de até cinco meses.

O programa é direcionado a startups e empresas com soluções testadas ou em estágio avançado de desenvolvimento, preferencialmente com um histórico de aplicação em ambientes corporativos ou industriais. As inscrições estão abertas e vão até o dia 23 de março nesse link.

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