
A Beneficência Portuguesa de São Paulo, ou apenas BP, conduziu um projeto de estabilização de seu sistema de gestão hospital, ERP, (o Tasy, da Philips) como forma de preparação para migrar para a nuvem. O projeto reduziu riscos de falhas com a reestruturação do monitoramento do ambiente, e foi conduzido com apoio da Zion, empresa do Grupo Vivhas.
A expectativa é que a tradicional instituição hospitalar migre para a nuvem ainda em 2026.
Nos primeiros seis meses de trabalho, o foco foi na estabilização dos ambientes e na implementação de melhorias de confiabilidade, além de redução de riscos de indisponibilidade. Em 2026, o maior desafio foi dar suporte à migração do ambiente Tasy para a nuvem.
A Zion e o time de TI da BP trabalharam em conjunto, com foco em governança, monitoramento contínuo e evolução de ambientes. Foi usada a ferramenta Monitoramento Sonar, customizada para acompanhar diferentes ambientes e processos de negócio do hospital.
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Miguel Gomes, CEO do Grupo Vivhas, diz que a solução empregada melhora a disponibilidade do sistema de gestão hospitalar, mantendo “a integridade e escalabilidade da operação, características essenciais para empresas que dependem da estabilidade tecnológica para manter rotinas e produtividade”, diz.
Segundo as partes envolvidas, a implementação do modelo de monitoramento contínuo ampliou a visibilidade e o controle sobre os ambientes críticos, permitindo atuação preventiva por parte das equipes técnicas. Foram obtidas redução dos riscos de falhas e de indisponibilidades operacionais.
Ao longo desse ano, o foco da parceria será o suporte à migração do Tasy para o ambiente em nuvem, com foco em continuidade operacional, segurança da informação e escalabilidade da infraestrutura. O projeto prevê a evolução do modelo de monitoramento, a capacitação conjunta das equipes e o fortalecimento da governança dos ambientes em nuvem.
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