
Quase um terço das empresas (mais de 30%) sofreu perda monetária ou danos à reputação, nos últimos três anos, em função da vulnerabilidade associadas a fornecedores, parceiros e prestadores de serviços. Além disso, 28% das organizações enfrentaram interrupções na cadeia de suprimentos.
Os dados fazem parte da edição mais recente de uma pesquisa da KPMG sobre gestão de riscos de terceiros (Third Party Risk Management, em inglês). Foram ouvidos 851 profissionais no mundo dos setores de saúde, tecnologia, financeiro, produção, varejo e energia.
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“Uma única vulnerabilidade causada por terceiros pode rapidamente transformar-se em ameaças em toda a empresa. A pesquisa revelou que, embora os líderes reconheçam os altos riscos, há espaço para aprimorar a execução, e os benefícios das medidas proativas são significativos”, diz em comunicado Emerson Melo, sócio-líder da prática de GRC & Forensic da KPMG no Brasil.
Segundo o levantamento, ataques cibernéticos lideraram a estratégia de gestão de risco, com 48% dos entrevistados citando-os como fator determinante. Já 45% apontaram compliance regulatório.
Embora de 50% a 58% dos entrevistados afirmem que usam inteligência artificial (IA) na gestão de risco de terceiros, somente 22% a consideram muito eficaz, e 40% pouco eficaz. Entre 39% e 47% das organizações preveem um uso moderado de IA no trabalho de gestão de terceiros nos próximos três anos.
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