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Stark Infra | Imagem: Divulgação

O Pix já responde por mais da metade das transações de pagamento no Brasil, com 54,7% das operações no segundo semestre de 2025, segundo dados do Banco Central. Esse avanço consolidou o sistema como a principal infraestrutura de pagamentos do país, mas também aumentou a pressão sobre bancos, instituições financeiras e fintechs, que precisam reagir com mais rapidez e precisão aos casos de fraude e golpe.

O Mecanismo Especial de Devolução 2.0 (MED 2.0), que entrou em vigor no início de fevereiro, é a resposta do BC a esse desafio. A nova versão do mecanismo permite o rastreamento de valores para além da conta destinatária original, alcançando recursos transferidos em sequência para outras contas e aumentando as chances de congelamento do dinheiro desviado.

Embora seja uma resposta mais eficaz contra golpistas, o MED 2.0 traz impacto direto na operação das instituições financeiras. Ele transforma a operação em um ambiente de decisão em tempo real e exige uma revisão da forma como sistemas, times e processos operam no dia a dia.

Em primeiro lugar porque a devolução de recursos deixa de ser um fluxo pontual e exige que cada transação seja potencialmente monitorada e analisada para eventual bloqueio e comunicação entre os participantes do ecossistema financeiro.

Do ponto de vista da arquitetura tecnológica, o MED 2.0 eleva o nível de exigência das instituições. Ele demanda alta disponibilidade, baixa latência e capacidade de processamento em larga escala, sem comprometer a consistência da operação. Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de registrar, auditar e recuperar cada etapa da jornada da transação, o que demanda uma arquitetura orientada a eventos, capaz de consolidar e correlacionar dados em tempo real com visibilidade completa sobre a operação.

O desafio passa a ser o de interpretar os dados com velocidade e precisão. Identificar padrões suspeitos depende de uma ingestão eficiente de dados, de processamento em tempo real e de mecanismos inteligentes de análise. A orquestração correta das informações é o que permite transformar os dados em resposta efetiva.

Com uma camada já preparada para atender aos requisitos do MED 2.0, a Stark Infra ajuda as instituições financeiras a absorver essa complexidade operacional. Sua arquitetura, baseada em microsserviços e construída de forma nativa em nuvem, foi desenhada para processar grandes volumes de transações com alta granularidade de informação, mantendo consistência e baixa latência mesmo em ambientes de alta exigência.

Isso permite identificar eventos relevantes com rapidez, coordenar os fluxos de comunicação exigidos pelo ecossistema e tratar ocorrências de forma automatizada ou assistida. Ao incorporar com agilidade as evoluções regulatórias do Banco Central e expor APIs que simplificam a integração, a Stark Infra permite que bancos e fintechs operem com menor esforço técnico e menos exposição a riscos, liberando os times para focar em crescimento, desenvolvimento de produto e experiência do cliente.

Quer se adequar ao MED 2.0 com mais controle e menos esforço técnico? A Stark Infra ajuda bancos e fintechs a atender às novas exigências com uma infraestrutura pronta para esse desafio.

O post Nova ferramenta facilita a devolução de transferências feitas com Pix apareceu primeiro em Startups.