
O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA mudou sua infraestrutura de TI de missão crítica para o Red Hat OpenShift Virtualization. O anúncio foi feito pela Red Hat nesta terça-feira (12), durante o Red Hat Summit 2026, em Atlanta.
A escolha pelo OpenShift tem como objetivo unificar o gerenciamento de máquinas virtuais e estabelecer uma base consistente de nuvem híbrida para futuras aplicações.
A plataforma combina automação avançada com ferramentas cloud-native, como pipelines para criação e gerenciamento de VMs, em busca de otimizar as operações do dia a dia e preparar seu sistema para as demandas de exploração espacial.
Red Hat garante segurança para NASA
No campo da segurança, as máquinas virtuais executadas no OpenShift contam com políticas de rede, controle de acesso baseado em funções (RBAC) e contextos de segurança automáticos do SELinux.
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A estrutura é complementada pelo compliance operator e pelo Red Hat Advanced Cluster Security for Kubernetes, que adicionam camadas de proteção às operações de compilação, execução e gerenciamento de clusters.
“Com o Red Hat OpenShift Virtualization, os clientes podem simplificar a migração e o gerenciamento de máquinas virtuais, ao mesmo tempo em que aproveitam a automação nativa para reduzir a complexidade operacional”, afirma Sachin Mullick, diretor de gestão de produtos e plataformas híbridas da Red Hat.
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