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Vista não só como a maior Copa do Mundo história como também a mais digital, o evento deste ano terá seu maior desafio em questão de infraestrutura digital. À medida que os torcedores acessam os sites das federações e as páginas de campanhas dos patrocinadores em busca de informações — desde jogos e ingressos até atualizações ao vivo —, os pontos de contato digitais desempenharão um papel fundamental na definição da jornada do torcedor. No entanto, uma nova análise da Dynatrace sugere que muitos podem não estar preparados para o aumento repentino da demanda.

Sites das federações da Copa apresentam diferenças de desempenho

A pesquisa, que analisou dados de monitoramento sintético de propriedades digitais oficiais das federações de futebol em todas as 48 nações participantes, constatou que os torcedores esperam, em média, quase seis segundos para que as páginas carreguem. Enquanto alguns países oferecem experiências digitais rápidas e sem interrupções para os torcedores, outros correm o risco de deixar os fãs esperando mais de 50 segundos para que as páginas carreguem totalmente.

Na parte inferior do ranking, a República Democrática do Congo registrou o tempo médio de carregamento de página mais lento, com 57,5 segundos, o que significa que os torcedores podem esperar quase um minuto inteiro para que as páginas carreguem. O Uzbequistão ficou em segundo lugar, com 30,8 segundos, enquanto a Arábia Saudita (13,2 segundos), o Haiti (12,0 segundos) e a Argélia (9,8 segundos) também figuraram entre as experiências digitais de pior desempenho dos países participantes do torneio.

Em contrapartida, o Equador apresentou o tempo médio de carregamento mais rápido, com apenas 404 ms (milissegundos) , seguido por Curaçao (732 ms), Senegal (865 ms) e Espanha (1 segundo).

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Os dados também revelaram que algumas das maiores nações do mundo tiveram dificuldades para manter um bom desempenho digital. O Brasil, pentacampeão mundial, ficou entre os 10 piores, com um tempo médio de carregamento de página de 5,7 segundos, enquanto a Arábia Saudita também figurou entre os sites de pior desempenho, com 13,2 segundos. Confira a classificação:

Tempo médio de carregamento das páginas: sites dos países participantes da Copa do Mundo com pior desempenho 

A imagem mostra uma tabela organizada com três colunas intituladas “Ranking”, “País” e “Tempo médio de carregamento”. A tabela apresenta dez posições numeradas de 1 a 10, listando países e seus respectivos tempos médios de carregamento medidos em segundos. No topo do ranking, na posição 1, aparece a República Democrática do Congo com tempo de 57,5 segundos, significativamente maior do que os demais valores. Em segundo lugar está o Uzbequistão com 30,8 segundos. Em seguida, a Arábia Saudita ocupa a terceira posição com 13,2 segundos, e o Haiti aparece em quarto com 12,0 segundos. Na parte intermediária da tabela, Argélia está na quinta posição com 9,8 segundos, seguida pelos Estados Unidos em sexto lugar com 9,7 segundos. A Jordânia ocupa a sétima posição com 8,7 segundos, enquanto o Iraque aparece em oitavo com 8,4 segundos, empatado com a Turquia na nona posição, também com 8,4 segundos. Por fim, o Brasil aparece na décima posição com tempo médio de carregamento de 5,7 segundos, sendo o menor valor apresentado na tabela. A tabela tem fundo claro, linhas delimitando cada registro e texto em formato simples, semelhante a uma planilha.

Tempo médio de carregamento das páginas: sites dos países participantes da Copa do Mundo com melhor desempenho 

A imagem apresenta uma tabela com três colunas intituladas “Ranking”, “País” e “Tempo médio de carregamento”. A tabela lista dez países classificados de 1 a 10, exibindo seus tempos médios de carregamento, medidos em milissegundos (ms) e segundos. Na primeira posição está o Equador, com 404 ms, sendo o menor tempo registrado. Em segundo lugar aparece Curaçao com 732 ms, seguido por Senegal na terceira posição com 865 ms. A partir da quarta posição, os valores passam a ser apresentados em segundos: a Espanha aparece em quarto lugar com 1,0 segundo, seguida pela Croácia com 1,2 segundo e pela Tunísia com 1,3 segundo. Na sequência, a Colômbia ocupa a sétima posição com 1,5 segundo, enquanto a África do Sul aparece em oitavo lugar com 1,8 segundo. As duas últimas posições são ocupadas pelos Países Baixos e pela Suécia, ambos com 2,1 segundos, empatados em tempo médio de carregamento. A tabela possui fundo claro, linhas divisórias entre as entradas e texto organizado de forma simples, semelhante a uma planilha.

Segundo a análise, muitos dos sites das federações com pior desempenho apresentavam problemas comuns, incluindo páginas com excesso de imagens, grande número de solicitações de conteúdo e carregamento ineficiente de recursos. Os Estados Unidos, um dos países sede da competição, ficou em sexto lugar entre os sites das federações com pior desempenho, com um tempo médio de carregamento de página de 9,7 segundos. A performance teria sido afetada pelo volume de conteúdo carregado e pelo número de solicitações necessárias para renderizar as páginas.

Patrocinadores globais também enfrentam desafios

A Dynatrace também analisou o desempenho das páginas de campanhas específicas da Copa do Mundo de 21 patrocinadores oficiais do evento, revelando diferenças igualmente amplas entre setores, incluindo varejo, hotelaria, automotivo, serviços financeiros e alimentos e bebidas.

No caso das empresas, as páginas de campanha dos patrocinadores do varejo e de serviços ao consumidor registraram os tempos médios de carregamento mais lentos, com 14,6 segundos, seguidas pelas marcas de hotelaria e viagens, com 12,0 segundos. Em contrapartida, os patrocinadores automotivos apresentaram o desempenho médio mais rápido, com 3,4 segundos, à frente das marcas de bens de consumo e vestuário, com 3,6 segundos.

A imagem mostra uma tabela com três colunas intituladas “Ranking”, “País” e “Tempo médio de carregamento”. A tabela apresenta dez linhas numeradas de 1 a 10, listando países e seus respectivos tempos médios medidos em segundos. Na primeira posição está a República Democrática do Congo, com 57,5 segundos, destacando-se como o maior tempo da tabela. Em segundo lugar aparece o Uzbequistão com 30,8 segundos, seguido pela Arábia Saudita com 13,2 segundos na terceira posição e pelo Haiti com 12,0 segundos em quarto lugar. No meio da tabela, a Argélia ocupa a quinta posição com 9,8 segundos, logo acima dos Estados Unidos, que aparecem em sexto com 9,7 segundos. A Jordânia está na sétima posição com 8,7 segundos. Nas últimas posições, o Iraque e a Turquia aparecem em oitavo e nono lugar, ambos com 8,4 segundos. Por fim, o Brasil ocupa a décima posição com 5,7 segundos, sendo o menor tempo médio de carregamento da lista. A tabela possui fundo claro, linhas delimitando cada célula e texto alinhado de forma semelhante a uma planilha, com formatação simples e organizada.

Segundo a Dynatrace, à medida que as organizações se preparam para eventos globais de grande movimento, como a Copa do Mundo, elas precisam garantir que tenham a capacidade de monitorar e analisar continuamente o desempenho digital, permitindo que as equipes identifiquem rapidamente os problemas e otimizem as experiências em tempo real, para que os clientes tenham uma experiência perfeita.

“Torneios esportivos globais geram picos enormes no tráfego digital e grandes oportunidades para as marcas engajarem os fãs em vários pontos de contato digitais, desde a visualização de jogos e atualizações ao vivo até campanhas nas redes sociais, promoções e conteúdo de marca”, disse Bob Wambach, vice-presidente de Insights de Mercado e Clientes da Dynatrace. “Os torcedores agora esperam experiências digitais rápidas, sem interrupções e sempre disponíveis, onde quer que interajam online, mas nossa análise mostra que ainda há uma lacuna significativa na preparação digital entre os sites das nações participantes e dos patrocinadores. Mesmo pequenos atrasos durante os momentos de pico podem afetar o engajamento dos torcedores, a receita online e a reputação da marca, e é por isso que as federações e os patrocinadores não podem se dar ao luxo de ignorar o desempenho digital durante a Copa do Mundo.”

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