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Centro logístico da Amazon ao entardecer, com o logótipo da empresa iluminado na fachada de um grande edifício industrial cinzento. O céu exibe tons vibrantes de laranja e vermelho ao pôr do sol, com colinas escuras e silhuetas de árvores ao fundo. À frente do armazém, há postes de iluminação acesos e contentores coloridos, sugerindo uma zona de carga e descarga. O ambiente mistura a grandiosidade do cenário natural com a modernidade das instalações da empresa.

Na última semana, a Amazon divulgou seus resultados globais. No segundo trimestre de 2026, a Amazon registrou uma receita líquida de US$ 200,6 bilhões — um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. O segmento que mais avançou desde o começo do ano foi o Internacional, com 15% de crescimento e US$ 42,2 bilhões em vendas, sendo o Brasil um dos vetores deste aumento. 

Segundo a Amazon, os resultados são fruto do investimento da empresa no país. Somente em 2025, os investimentos ultrapassaram R$ 19 bilhões, em infraestrutura, logística, tecnologia, serviços de nuvem, qualificação profissional e fomento ao empreendedorismo. Hoje, a empresa opera mais de 300 centros logísticos com tecnologia própria, distribuídos por todos os 26 estados e o Distrito Federal. 

“Investir R$ 19 bilhões em um único ano é uma demonstração clara de confiança no potencial do Brasil. Cada real investido aqui reflete uma decisão estratégica de longo prazo, sustentada por fundamentos sólidos de crescimento e pela resposta positiva dos consumidores e parceiros brasileiros“, afirma Carol Novaes, líder de Finanças da Amazon Brasil.  

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Resultados AWS

No Q2 2026, a AWS registrou crescimento global de 37%, alcançando uma taxa de receita anualizada de US$ 169 bilhões. No Brasil, segundo a pesquisa “Motores de Crescimento”, encomendada pela AWS à consultoria Strand Partners, a atuação da companhia trouxe um aumento de 149% de receita (em média) as startups brasileiras “nativas de IA”, mais do que o dobro da média geral das startups do país (64%). 

Esses negócios, com menos de cinco anos e com inteligência artificial no centro do produto, têm cinco vezes mais chance de faturar acima de US$ 1 milhão por ano do que o restante do ecossistema. Os dados revelam ainda que quase metade dessas startups (47%) já gera receita por funcionário acima de US$ 400 mil — contra 26% das demais — e que a adoção de nuvem é praticamente unânime: 98% já operam na nuvem e 97% possuem equipe interna dedicada a IA. 

No recorte regional, o Brasil se destaca como o país com maior adoção de IA nos negócios na América Latina, com 40% das empresas já utilizando a tecnologia, patamar próximo ao de mercados europeus. Entre as que já adotaram, 95% registraram crescimento de receita, com alta média de 31%. 

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