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Felipe Paiva, Ada

A edtech Ada e a Vivae, joint-venture entre Vivo e Ânima Educação, anunciaram nessa terça-feira (7) uma fusão. A operação – cujas contrapartidas financeiras não foram divulgadas – deve manter as duas marcas, com a Ada atuando no B2B e a Vivae no B2C, com a união criando um portfólio de “educação de precisão” para empresas e profissionais.

A Ada havia recebido um investimento em 2024 da Wayra, fundo de venture capital da Vivo. Como parte do processo de fusão a Vivo transferiu participação acionária na Vivae para o Vivo Ventures, fundo de CVC com foco empresas em estágio de crescimento. A conclusão da transação, no entanto, ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Ada será a “frente principal” do negócio. Conta atualmente com mais de 400 mil usuários ativos e quase 800 mil perfis de profissionais mapeados na plataforma que conecta profissionais e empresas usando IA. Enquanto a Vivae seguirá na oferta de cursos proprietários para qualificação profissional de soft e hard skills.

“Essa combinação de negócios nasce para acelerar uma visão em comum: educação de precisão como motor de empregabilidade”, explica em comunicado Felipe Paiva, CEO da Ada, que continua à frente da companhia após as mudanças. “Agora, com a Vivae, ampliamos essa força também para o mercado consumidor, unindo tecnologia e dados com visão única sobre o futuro do trabalho.”

Para Vivo e Ânima, a fusão gera, segundo ambas, possibilidades de “atuação no segmento corporativo”. “Um dos grandes desafios de empresas de todos os portes está no recrutamento e no desenvolvimento de talentos. Por isso o segmento B2B representa uma grande oportunidade à qual já estávamos atentos. A combinação dos negócios de Vivae e Ada acelera esse plano”, diz Rodrigo Gruner, vice-presidente de inovação e novos negócios da Vivo.

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