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Pessoa interagindo com uma interface digital representando tecnologia e inteligência artificial (IA) no comércio. No centro, um ícone de um carrinho de compras com o texto "AI" e ao redor vários ícones hexagonais, como gráficos, cadeado, balança, engrenagens e caminhão, simbolizando diversos aspectos do varejo, logística e tecnologia. O fundo é desfocado, destacando os elementos digitais brilhantes em azul (varejo, vendas, comercio, ai, ia, genai, Capgemini, Microsoft, freshworks)

Pouco mais de sete a cada dez (71%) dos executivos dos setores de vendas e atendimento ao cliente dizem que os agentes de inteligência artificial (IA) executarão processos transacionais e fluxos de trabalho de forma autônoma nos próximos dois anos, garantindo uma operação em tempo integral. E 85% dizem que esses agentes permitirão que os profissionais de negócios façam análises cada vez mais profundas de suas próprias atividades.

É o que indica um estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), intitulado Orquestrando a IA agêntica para operações comerciais inteligentes, que se debruça sobre o futuro da inteligência artificial no setor de vendas e atendimento. Foram ouvidos 150 executivos.

“Estamos vivendo um momento transformador para o setor de consumo, onde a IA não apenas automatiza processos, mas potencializa o talento humano para decisões mais inteligentes e ágeis”, pondera em comunicado Carlos Capps, vice-presidente e líder de Varejo e Bens de Consumo da IBM América Latina.

O estudo também destaca indica que 81% dos líderes do setor de consumo acham importante ter pessoas que compreendam a combinação entre agentes de IA e profissionais humanos, e que isso será importante para o sucesso dessa tecnologia. Para 85% dos executivos, a automação dos serviços é uma “prioridade estratégica”, e a maior parte diz já usar ou realizar pilotos com agentes de IA atualmente.

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