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A cena mostra uma pessoa sentada em frente a uma mesa de trabalho com dois dispositivos visíveis: um laptop aberto à frente e um monitor grande à direita. A pessoa está usando uma blusa sem mangas de cor verde escura e tem cabelos cacheados presos em um coque alto, com alguns fios soltos. O ambiente parece ser um escritório moderno, com iluminação suave e elementos desfocados ao fundo, como móveis e plantas. A mão direita da pessoa está levemente levantada, próxima ao rosto, sugerindo que está pensando ou interagindo com algo na tela. (emprego, profissional)

Ano novo, emprego novo? É o que esperam mais de 40% dos participantes da Pesquisa de Tendências 2026 da plataforma de busca empregos Catho. A intenção deles é migrar de carreira ao longo desse ano, sendo que 80% estão buscando oportunidades alinhadas a uma nova área de interesse.

As razões para isso vão do aumento de salário (14%), busca por melhor (ou algum) plano de carreira (14%), melhoria de benefícios e qualidade de vida (13,9%) e busca por novos desafios (9,9%). Houve avança em temas ligados ao desenvolvimento profissional e ao bem-estar: o interesse por plano de carreira cresceu quatro vezes em relação ao ano anterior, as menções a um ambiente de trabalho saudável 20 vezes e qualidade de vida 40 vezes.

“Esse resultado demonstra uma mudança de comportamento em relação aos anos anteriores, em que a permanência em setores tradicionais era mais comum. Agora, os profissionais estão reavaliando seu propósito profissional, estando mais dispostos a se reinventar, mesmo que isso demande um período de adaptação ou especialização. O foco está em trabalhar com algo que faça sentido e ofereça futuro”, diz em comunicado Patricia Suzuki, diretora de RH da Redarbor Brasil, dona da Catho.

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O estudo também indica um crescimento da atratividade da área de tecnologia. O interesse por entrar nesse mercado é de 11%. “Ainda existe um imaginário de que tecnologia é um setor distante, mas o interesse triplica quando falamos em recomeço profissional. Isso mostra que os trabalhadores reconhecem o potencial de empregabilidade da área”, explica a especialista.

Obstáculos

A pesquisa indica que o maior obstáculo para a transição de carreira continua sendo a falta de qualificação e vagas disponíveis nas áreas desejadas. De acordo com Patricia, há um senso de urgência em desenvolvimento a partir de cursos, certificados e experiências práticas.

“O que vemos é um mercado de trabalho mais dinâmico, ao mesmo tempo em que é exigente e consciente das prioridades individuais. Acredito que a valorização da qualificação profissional se torna o principal caminho para que os candidatos alcancem essas metas”, conclui a diretora.

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