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Imagem de uma árvore alta na floresta amazônica, vista de baixo para cima, com tronco grosso e reto cercado por uma densa vegetação verde. A copa da árvore se mistura com as folhas de outras árvores ao fundo, evidenciando a biodiversidade da floresta tropical (biodiversidade)

A fabricante de celulosa Cenibra implementou uma solução da alemã SAP, a Green Token, para rastrear madeira de reflorestamento e atender exigências recentes da União Europeia (UE), que recebe parte da produção da companhia. A norma foi publicada no fim de 2023, e exige que exportadoras de produtos florestais comprovem que a madeira utilizada não é proveniente de desmatamento.

Na prática, o Green Token coleta imagens de áreas onde a madeira foi extraída e cruza com informações do processo produtivo. O programa sistematiza e automatiza uma atividade normalmente realizada manualmente.

“Com a tecnologia, a Cenibra passa a ter um processo estruturado para esse tipo de rastreabilidade. Aprimoramos nosso sistema de controle com a adoção de uma solução digital…”, explica em comunicado Gustavo da Costa Duque, analista de sistemas sênior da Cenibra.

Por meio de um sistema baseado em blockchain e balanço de massa, a ferramenta gera documentação de forma automatizada conforme parâmetros exigidos pela UE. A automação também traz ganho operacional. Além disso, a digitalização promete mais confiança aos parceiros da empresa, ao assegurar a origem da madeira.

“Estamos confiantes de que essa solução oferecerá o apoio necessário e o nível de performance e confiabilidade exigido para garantir a conformidade com os requisitos da EUDR [nova regulamentação europeia que entra em vigor em dezembro de 2025], ao mesmo tempo em que fortalecerá a credibilidade dos nossos processos”, explica Cleuber Lúcio da Silva Rodrigues, executivo de negócios da Cenibra.

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