
Nem toda empresa que quer operar no Pix, seja como participante direto ou indireto, precisa construir sua própria stack de mensageria, conectar-se à RSFN e manter uma equipe dedicada à complexidade regulatória do SPI. No entanto, ingressar em um mercado que exige conexão em tempo real com o Banco Central, gestão de chaves no DICT e disponibilidade 24/7 demanda tempo, capital e investimento em equipes especializadas, desviando o foco do que realmente importa para o negócio.
De olho nessa oportunidade, fintechs, empresas globais de pagamentos e grandes plataformas de mobilidade e entregas já utilizam infraestrutura terceirizada para viabilizar suas operações Pix, tanto na modalidade de participante direto quanto indireto, sem precisar construir e manter toda a camada tecnológica internamente.
Para resolver essa dor, a Stark Infra entrega uma infraestrutura completa que permite às empresas operarem no Pix sem se preocupar com a complexidade da mensageria SPI, da integração com o DICT e do reporte ao Banco Central. Essa robustez técnica é traduzida em números: no último ano, a empresa transacionou mais de R$ 600 bilhões em TPV, com a meta clara de romper a barreira de R$ 1 trilhão em 2026. A Stark Infra atende cerca de 17% de todos os participantes indiretos do Pix e detém mais de 56% de market share no Pix Automático. A arquitetura é API-first e baseada em microsserviços, com 99,9% de disponibilidade, acima da exigência mínima regulatória do BC.
Independentemente do modelo escolhido, participante direto que busca infraestrutura técnica sem desenvolver internamente ou participante indireto que precisa de um parceiro já plugado ao sistema, a Stark Infra oferece conexão ao SPI e SPB, gestão de chaves Pix, conciliação, Pix Automático e módulos de reporte regulatório, permitindo às empresas lançar e escalar suas operações de pagamentos com agilidade, segurança e total aderência à estratégia de negócio.
“Em um mercado financeiro competitivo como o brasileiro, empresas que optam por contratar nossa infraestrutura conseguem se concentrar em seu core business”, afirma Felipe Facchini, CEO da Stark Infra.
Ao terceirizar a infraestrutura, as empresas reduzem o time to market, contam com um parceiro que já atende empresas globais de grande porte e mantêm o foco em produto, distribuição e relacionamento com o usuário.
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