Skip to main content

Imagem de um smartphone com a tela exibindo o logotipo do Google Cloud, composto por uma nuvem estilizada com as cores azul, vermelho, amarelo e verde características do Google. Ao fundo, o mesmo logotipo aparece em tamanho ampliado e desfocado, compondo o fundo escuro da imagem. A palavra “Google Cloud” aparece parcialmente na parte inferior da tela do celular. A composição destaca o tema de serviços em nuvem e tecnologia (governança)

Uma base sólida de dados com boa governança é fundamental para extrair valor das soluções de inteligência artificial, IA generativa e agentes de IA. Apesar dessa dificuldade, o mercado nacional de soluções com a tecnologia rodando sobre a plataforma do Google Cloud avança no nosso mercado, graças a recursos que combinam IA, análise de dados, segurança e abertura para tecnologias de código aberto.

É o que diz um relatório produzido e distribuído pela TGT ISG, o ISG Provider Lens Google Cloud Ecosystem 2025, específico sobre a tecnologia da empresa americana e focado no mercado brasileiro. De acordo com o relatório, o ecossistema brasileiro se consolida à medida que aumenta o volume de especializações, a variedade de casos de sucesso e a capacidade dos fornecedores de entregar soluções completas.

Segundo os autores, o relatório registrou número recorde de fornecedores avaliados, incluindo empresas que iniciaram operações no País ou se tornaram parceiras mais robustas do Google Cloud e do Google Workspace.

Leia mais: Do pós-quântico ao pragmático: é hora de proteger dados contra o futuro das ameaças digitais

Entre as tendências destacadas, os agentes de IA surgem como tecnologia promissora. O Google Agentspace, lançado em dezembro de 2024, é citado como solução crescente que permite implementar agentes pré-criados ou criar soluções personalizadas com rapidez.

“É cedo para entender todo o potencial dos agentes de IA. Alguns acreditam que eles ficarão restritos a tarefas específicas, enquanto outros veem a possibilidade de redes interconectadas que exigirão menos intervenção humana do que a IA requer hoje”, explica Adriana Frantz, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo.

Para ela, mesmo sem consenso sobre o potencial, fornecedores brasileiros já testam a tecnologia. No entanto, muitas organizações ainda tentam aplicar IA generativa em ambientes de dados legados, fragmentados e obsoletos, o que compromete resultados e automações. Por isso, a modernização de dados precisa ser prioridade para as empresas.

Versões personalizadas do relatório podem ser baixadas na HVAR e na Xertica.ai.

Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!