
A Dinamo Networks, empresa paulistana especialista em segurança e infraestrutura crítica de criptografia, anunciou recentemente a criação da Biostation, empresa spin-off dedicada a soluções de orquestração antifraude e autenticação digital baseadas em biometria. A Dinamo é acionista majoritária.
O investimento na nova estrutura é de cerca de R$ 10 milhões nos próximos três anos, com faturamento projetado de R$ 30 milhões já em 2026.
A criação, segundo a empresa, é separar operações para ganhar velocidade, especialização e foco em mercados de alta criticidade. A expectativa é aproveitar um mercado de tecnologias biométricas global estimado em US$ 62,2 bilhões até 2033, segundo a Global Growth Insights, além de um cenário nacional de fraudes massivas de identidade.
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Leonardo Araújo é o CEO da Biostation. Segundo ele, a empresa mira setores onde a necessidade de autenticação segura é mais crítica. Ele que a reputação da Dinamo em criptografia e segurança confere “bases tecnológicas sólidas” ao novo negócio.
“Esse movimento reforça nossa visão de que a autenticação biométrica integrada é vital para tornar serviços públicos, financeiros, de saúde e educação mais seguros, eficientes e confiáveis. Nosso objetivo é endereçar a complexidade e urgência de autenticação segura em ambientes críticos…”, pontua.
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