
Dois em cada três (66%) dos trabalhadores de empresas esperam que a tecnologia aumente a produtividade nos próximos três anos, mas 20% também dizem que a mesma tecnologia prejudica o desempenho no trabalho. Mesmo assim, quase 40% disseram que as melhorias na performance são superadas pelos efeitos no bem-estar e saúde mental.
Os dados são de um estudo da KPMG. O objetivo do estudo, que ouviu quatro mil profissionais no mundo todo, foi entender como se sentem em relação aos planos das organizações sobre o uso da inteligência artificial.
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Quando perguntados se novas tecnologias vão automatizar o trabalho que eles já fazem, mais de 33% dos entrevistados disseram sim para até 30% das funções. Outros 25% acham esse efeito chegará à metade das atividades.
“Produtividade, confiança e bem-estar foram aspectos importantes apontados pelos trabalhadores no levantamento e que irão moldar as estratégias o futuro do trabalho nas empresas”, diz em comunicado a sócia-líder de consultoria em capital humano da KPMG no Brasil, Camilla Padua.
A pesquisa da KPMG pode ser acessada nesse link.
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