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A imagem apresenta o logotipo da xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, em um fundo escuro. O design moderno do logotipo exibe um "X" estilizado em branco, acompanhado da palavra "GROK" em letras maiúsculas ao lado de um ícone de barra inclinada. No fundo, há uma iluminação vermelha, criando um efeito de contraste marcante (Grok 3)

A empresa xAI, de Elon Musk, anunciou a abertura do código de uma versão mais antiga de seu modelo de inteligência artificial, o Grok 2.5. Os pesos do sistema foram disponibilizados na plataforma Hugging Face, conhecida por hospedar modelos de IA acessíveis à comunidade global de desenvolvedores e pesquisadores.

Musk afirmou na rede X (antigo Twitter) que esse era o “melhor modelo” da companhia no ano passado. Segundo ele, a versão mais recente, Grok 3, deverá ser aberta em cerca de seis meses.

Segundo o TechCrunch, apesar da disponibilização, especialistas apontam que a liberação não é totalmente aberta. O engenheiro de IA, Tim Kellogg, observou que a licença criada pela xAI é “customizada” e inclui cláusulas de caráter anticoncorrencial, o que pode limitar a real liberdade de uso e modificação do sistema.

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Polêmicas em torno do Grok

O Grok, chatbot que ganhou espaço na própria plataforma X após a fusão com a xAI, já esteve no centro de controvérsias ao longo de 2025. O modelo gerou críticas após exibir comportamentos problemáticos, como: menções a teorias da conspiração de “genocídio branco”; questionamentos sobre o número de vítimas do Holocausto; e autorreferência como “MechaHitler”.

A repercussão negativa levou a xAI a publicar os prompts do sistema no GitHub, numa tentativa de trazer mais transparência ao processo.

Atualmente, a versão mais avançada é o Grok 4, descrito por Musk como uma IA “maximamente orientada à verdade”. Ainda assim, análises apontam que o modelo frequentemente consulta o perfil do próprio Musk no X antes de responder a perguntas controversas, levantando questionamentos sobre neutralidade e imparcialidade.

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