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Gustavo Araujo, cofundador e CIO do Distrito plano

O Distrito divulgou recentemente a segunda edição do estudo AI For HR, voltado para líderes e especialistas em recursos humanos. Entre as diversas conclusões está a de que a inteligência artificial já está em diversas áreas das empresas, mas a aplicação no RH anda a passos lentos, sem métricas definidas e pouco ou nenhuma governança.

Entre as companhias ouvidas, 46% não possui um plano formal de implementação. Entre corporações de maior porte, com faturamento anual acima de R$ 100 milhões, 67% começaram a estabelecer diretrizes para o emprego da tecnologia. Especificamente na área de recursos humanos, 33% das companhias de maior porte têm plano definido, contra apenas 10% entre as de menor receita.

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Há, no entanto, tendência de aceleração: entre aquelas que ainda não implementaram soluções de IA, mais da metade (54%) tem planos para adotá-la nos próximos anos.

“O que observamos é um progresso importante no interesse pela IA em recursos humanos, porém ainda sem a estrutura necessária para que a tecnologia alcance todo o seu potencial. Faltam métricas claras, programas de capacitação contínuos e frameworks de governança capazes de garantir ética, segurança e impacto de longo prazo”, avalia em comunicado Gustavo Araújo, cofundador e CIO do Distrito.

Autonomia e automação

Nas empresas de maior porte, 55% relataram que o RH tem autonomia para definir investimentos em IA, índice que cai para 25% nas menores. Segundo o estudo, isso explica por que as grandes avançam mais rapidamente na criação de estratégias formais para IA.

A pesquisa também indica que os processos mais automatizados são recrutamento e seleção (27%), treinamento e desenvolvimento (19%) e gestão de desempenho (18%).

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