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Pat Gelsinger, ex-CEO da Intel, vestido com terno e gravata está em pé, gesticulando com ambas as mãos. O rosto da pessoa está desfocado. O fundo é escuro, sugerindo um ambiente interno, possivelmente durante uma apresentação ou discurso. (Intel)

Após encerrar uma carreira de mais de 40 anos na Intel, o ex-CEO Pat Gelsinger anunciou nesta quinta-feira (10) sua nova iniciativa: a criação de um benchmark para medir o quanto os modelos de inteligência artificial (IA) estão alinhados aos valores humanos fundamentais. O projeto, batizado de Flourishing AI (FAI), foi desenvolvido em parceria com a Gloo, uma empresa de “faith tech” na qual Gelsinger investe há cerca de 10 anos.

A métrica parte do Global Flourishing Study, um estudo conduzido por Harvard e pela Baylor University que avalia o bem-estar humano em diferentes países. A Gloo selecionou seis pilares da pesquisa, caráter e virtude, relacionamentos sociais próximos, felicidade e satisfação com a vida, propósito e significado, saúde física e mental e estabilidade financeira e material, e adicionou um sétimo elemento: fé e espiritualidade.

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Novo olhar para a responsabilidade da IA

Segundo Gelsinger, que falou sobre o projeto ao site The New Stack, o objetivo do FAI é criar uma ferramenta que permita testar o grau de alinhamento dos modelos de linguagem com valores que sustentam o florescimento humano. “Vivi na interseção entre fé e tecnologia durante toda a minha vida”, disse o executivo, ao explicar a motivação por trás da criação do índice.

A proposta surge em um momento de crescente debate sobre a responsabilidade social e ética da IA, e busca oferecer um parâmetro alternativo aos benchmarks tradicionais, normalmente focados em desempenho técnico.

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