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Helena Fragomeni, CEO da Hands-on, sorrindo em frente a um fundo colorido com elementos em verde, roxo e azul, possivelmente em um evento ou estande de tecnologia. A iluminação em tons roxos e azulados destaca seu rosto e cabelo loiro

A edtech Hands-on anunciou uma parceria com a americana Revamp, especializada em soluções B2B, que levará as soluções de qualificação da empresa brasileira para o mercado da Índia. O movimento é considerado um passo importante na expansão internacional da startup, uma vez que o mercado de educação corporativa da Índia é estimado em mais de US$ 10 bilhões ainda em 2025.

O principal produto da empresa brasileira é o Hands-on Creator, ferramenta que usa IA para permitir aos usuários criar os próprios cursos online. A empresa diz ter como missão “ajudar empresas e instituições educacionais a requalificar sua força de trabalho e alunos”.

“Enquanto a Hands-on fornece a tecnologia, ‘onboarding’ e suporte técnico, nossa parceira atuará como ponte estratégica para a entrada no mercado, realização de provas de conceito com clientes estratégicos e adaptação da solução às especificidades culturais e regulatórias do país”, explica em comunicado Helena Fragomeni, fundadora e CEO da empresa.

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Segundo ela, a parceria facilitou entrada na Índia ao promover conexões com empresas e instituições de ensino. O país tem a maior população do mundo, além de rápida digitalização dos negócios e necessidade de qualificação da jovem força de trabalho.

A operação na Índia está prevista para começar ainda no segundo semestre de 2025, primeiro remotamente, com apoio da Revamp, priorizando clientes-chave e a adaptação cultural da solução.

“Com base na tração conquistada nos próximos meses, estudamos a abertura de uma unidade local e a contratação de talentos indianos para expandir nossa atuação. Prevemos um investimento de US$ 250 mil ao longo dos próximos 12 meses, voltado ao desenvolvimento da plataforma, ações de marketing, vendas e suporte”, diz a CEO.

A meta, segundo Fragomeni, é fechar pelo menos cinco projetos-piloto com grandes empresas indianas e, ao longo dos próximos 12 meses, atingir uma receita de US$ 300 mil. A empresa ainda mira, no movimento de expansão internacional, mercados do sudeste asiático e América do Norte.

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