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A imagem mostra uma pessoa vestindo um terno escuro e gravata, apontando o dedo indicador para um ícone digital de nuvem com setas de upload e download. O efeito visual ao redor da nuvem remete à tecnologia e computação em nuvem, representando conceitos como armazenamento, transferência de dados e inovação digital. O fundo escuro e os elementos brilhantes destacam a ideia de tecnologia avançada e transformação digital (Nuvem, migração para a nuvem, computação em nuvem, cloud, AWS, Claranet, vulnerabilidade, Gartner, RealCloud)

A Construtivo, empresa de tecnologia SaaS brasileira com foco no setor de engenharia, migrou parte de seus servidores de nuvem para a Magalu Cloud, divisão do Magazine Luiza. A empresa tem como carro-chefe o software Colaborativo, que atua na gestão de projetos de engenharia.

O objetivo da mudança foi aumentar performance, reforçar segurança de dados sensíveis e permitir o que a Construtivo chama de “evoluções em estratégias de resiliência, auditoria e compliance”. Uma das preocupações da companhia era lidar com a guerra tarifária imposta ao mundo pelo governo dos EUA, apostando em estrutura de nuvem nacional.

No momento, a Construtivo opera em ambiente multicloud, combinando nuvem pública de diversos provedores, incluindo AWS, Microsoft e Google, e privada, na Equinix, além de infraestrutura própria. Com a Magalu, o objetivo é ter flexibilidade e atender requisitos de segurança e conformidade.

“A adoção da Magalu Cloud surgiu como uma alternativa estratégica para equilibrar performance e segurança, com o diferencial de ser um provedor nacional, alinhado às exigências regulatórias brasileiras e com atendimento próximo”, explica Marcus Granadeiro, sócio-diretor da Construtivo, em comunicado encaminhado ao IT Forum com exclusividade.

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Presente e futuro

Na primeira fase da operação, o Construtivo estruturou o ambiente na Magalu Cloud com máquinas virtuais (VMs) para aplicações e serviços, usando discos de alta performance – considerados fundamentais para o processamento de arquivos pesados de engenharia –, com firewall e conectividade segura. A arquitetura também leva em conta a evolução para o uso de buckets em múltiplas regiões, com foco em estratégias de backup e disaster recovery, explicam os envolvidos.

A Construtivo não revela resultados precisos, mas diz já ter obtido estabilidade e desempenho “compatíveis com padrões de enterprise”. A expectativa é de melhor desempenho no acesso a disco, maior confiança no modelo multicloud, e suporte técnico acessível.

No futuro, a Construtivo diz que avalia expandir o uso da Magalu Cloud para mais resiliência, recuperação de desastres e a evolução gradual do portfólio de serviços.

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