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Mão estendida com a palma voltada para cima sustentando uma representação holográfica de um cérebro em tons de azul e roxo, envolto por uma rede de conexões digitais. A imagem remete à inteligência artificial, tecnologia e inovação no campo da mente e dados (zero trust neural, cientista, interface, organização, experience)

O Brasil receberá o terceiro Google Experience Center do mundo, estrutura voltada a experimentação e imersão em tecnologias como inteligência artificial e nuvem, com o uso de ferramentas como Cloud Vertex AI, Gemini e Agentspace. O centro está instalada desde março no DotHub, em São Paulo, ecossistema de inovação para startups, clientes e organizações da consultoria multinacional Deloitte.

Até então só havia estruturas semelhantes em Bangalore, na Índia, e no Cairo, Egito. O espaço sofreu uma reforma e foi reaberto em 24 de setembro durante o Insurance Symposium – quando o Google Experience Center foi apresentado ao público nas novas instalações.

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O objetivo do Google Experience Center é fazer demonstrações práticas de casos de uso em diferentes setores, da prevenção a fraudes ao marketing digital. E apoiar clientes das ofertas conjuntas entre Deloitte e Google Cloud a desenvolverem estratégias e implementações de IA.

“Queremos oferecer às empresas um espaço para vivenciar na prática o potencial transformador da inteligência artificial, explorando casos de uso relevantes para diferentes indústrias e acelerando a jornada de inovação de nossos clientes”, diz em comunicado Rodrigo Tabarez, sócio-líder para o setor de seguros e soluções de Google na Deloitte.

São Paulo: polo estratégico

Segundo a Deloitte, a capital paulista é um dos principais polos tecnológicos da América Latina, por isso a importância de sediar um centro de experiências com soluções do Google. O espaço pretende fomentar parcerias locais, acelerar projetos de inovação e trazer maior proximidade com clientes de diversos setores, especialmente nas indústrias financeira, de consumo e de seguros, mas também outros.

A promessa é de que as empresas possam usar o espaço para testar inovações, implementar provas de conceito e utilizar aceleradores e ativos desenvolvidos em parceria.

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