
Um projeto de modernização tecnológica do Grupo Unip Objetivo implementou leitores de QR Code em mais de mil catracas nas áreas de entrada e saída das instalações educacionais, além de 30 telas interativas para ensino didático durante as aulas. O projeto concluído com a Seal for Education beneficiou “centenas de alunos”, dizem os envolvidos.
O grupo conta atualmente com 27 campi e cerca de 30 faculdades associadas ou coligadas, além das unidades do Colégio Objetivo. O parque de catracas para controle de acesso em todas essas localidades operava fazendo a leitura de códigos de barras impressos em carteirinhas físicas. A solução tinha alto custo, pois exigia a impressão e a entrega presencial das carteirinhas a cada renovação ou matrícula.
Além disso, os alunos do ensino a distância (EAD), quando precisavam acessar um campus, não conseguiam fazê-lo para prédios e laboratórios em atividades presenciais. O grupo precisava então de uma solução universal.
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A solução foi instalar leitores de QR Code da Zebra Technologies nas catracas já existentes, evitando a troca – e economizando cerca de R$ 10 milhões. A Seal Sistemas desenvolveu um middleware que permite a comunicação entre os leitores de QR Code e o sistema que gerencia o uso das carteirinhas.
Todos os alunos presenciais ou EAD passaram a utilizar uma carteirinha virtual com QR Code, válido para todos os acessos e saídas. O processo de renovação semestral da carteirinha também se tornou online, sem necessidade de deslocamentos ou filas na secretaria. O grupo estima ter obtido uma economia anual entre R$ 8 milhões e R$ 9 milhões com a eliminação da impressão física e a logística das carteirinhas.
“Os leitores de QR Code, instalados em ambos os sentidos das catracas, padronizaram o acesso em todas as nossas unidades no Brasil, permitindo a entrada e saída de alunos de forma mais ágil e segura”, diz em comunicado Marcello Vannini, CIO do Grupo Unip Objetivo.
Telas interativas
Outra parte do projeto do Grupo Unip Objetivo com a Seal é um projeto piloto de implementação de telas interativas, de modo a tornar as aulas presenciais em diferentes unidades de São Paulo, capital, mais interessantes. Foram adquiridos 30 smartboards da BenQ. Elas tem conexão à internet e estão sendo usadas nos cursos de graduação em medicina – em quatro campi equipados com laboratórios – e em salas de aula do Colégio Objetivo.
As telas interativas prometem uma experiência de aprendizado dinâmica, com a possibilidade de os professores salvarem conteúdo didático na nuvem e compartilhar com os alunos, mesmo os remotos. Computadores, tablets e smartphones podem se conectar diretamente com os smartboards, facilitando o download de materiais de ensino.
“A receptividade das telas interativas pelos docentes foi bem positiva. Além da robustez dos equipamentos, sem registros de quebras ou problemas de hardware, a tecnologia já demonstrou que pode se tornar parte importante da nossa estratégia pedagógica”, diz Vannini.
O grupo planeja ainda desenvolver um aplicativo integrado aos smartboards para facilitar o compartilhamento e a gestão dos conteúdos didáticos.
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