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A imagem mostra uma pessoa vestindo um terno escuro e gravata, apontando o dedo indicador para um ícone digital de nuvem com setas de upload e download. O efeito visual ao redor da nuvem remete à tecnologia e computação em nuvem, representando conceitos como armazenamento, transferência de dados e inovação digital. O fundo escuro e os elementos brilhantes destacam a ideia de tecnologia avançada e transformação digital (Nuvem, migração para a nuvem, computação em nuvem, cloud, AWS, Claranet, vulnerabilidade, Gartner, RealCloud)

A RealCloud, especialista em otimização e gerenciamento de nuvem, anunciou recentemente um contrato com a israelense Attribute para a América Latina. Segundo as partes, o software da companhia melhora a gestão de custos em nuvem ao eliminar o chamado “tagging manual”, considerado um gargalo em ambientes multicloud.

Segundo as partes, uma das grandes dificuldades atuais dos gestores de TI é saber com precisão quanto cada área, cliente ou transação realmente custa na nuvem. Os ambientes estão mais distribuídos, e o modelo tradicional de FinOps, baseado em marcações manuais, já não acompanha a complexidade do consumo.

A parceria tem foco em grandes organizações com alta complexidade operacional e consumo elevado de nuvem.

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“O FinOps nasce quando o financeiro percebe que ficou fora da equação do DevOps. A tecnologia passou a consumir recursos em nuvem em uma velocidade enorme, mas o controle financeiro continuava baseado em relatórios tardios e rateios pouco precisos”, explica em comunicado Silvio Pereira, CEO e cofundador da RealCloud.

Um dos mecanismos do FinOps é o chamado “chargeback” ou “showback”, que atribui custos de nuvem a áreas específicas das organizações. O problema, segundo a RealCloud, é que esse rateio depende de marcações manuais. “Esse processo é praticamente infinito. O ambiente muda o tempo todo e o time passa mais tempo retagueando recursos do que analisando eficiência, desperdício e impacto no negócio”, diz Pereira.

A solução da Attribute promete eliminar essa dependência com um sensor embutido no sistema operacional. A empresa diz que ele identifica o que está sendo consumido em cada workload, incluindo banco de dados, storage, licenças, conexões e comunicações entre serviços. Assim o rateio passa a ser feito com base no uso e “diretamente na origem”.

Outro diferencial prometido é a capacidade de calcular o chamado “unit cost”, o custo unitário por cliente, serviço ou transação. Segundo o CEO, a tecnologia permite chegar ao menor nível possível de granularidade.

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