
Oitenta por cento das aplicações e softwares corporativos serão multimodais até 2030, em comparação com menos de 10% registrados em 2024, diz um estudo do Gartner divulgado essa semana. Além disso, a inteligência artificial generativa multimodal revolucionará aplicações corporativas ao adicionar recursos e funcionalidades antes inatingíveis, diz a consultoria americana.
“A mudança para o software corporativo multimodal é uma transformação fundamental nas operações de negócios e na inovação”, diz em comunicado Roberta Cozza, diretora analista sênior do Gartner, que também cita a IA. “Ao aprimorar modelos de linguagem específicos do domínio, ela irá melhorar a precisão, automatizar as operações e impulsionar a inteligência de decisão contextual, permitindo que a IA tome ações proativas em todas as tarefas.”
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Tecnologias como modelos multimodais de IA generativa estão no Radar de Impacto de Tecnologias Emergentes do Gartner. Segundo a consultoria, líderes de produtos terão que tomar decisões sobre o investimento nessas tecnologias emergentes para que os clientes “alcancem novos patamares de valor em seus negócios”.

Fonte: Gartner (julho de 2025)
Segundo o Gartner, a IA generativa multimodal permite usar vários tipos de dados em entradas (inputs) e saídas (outputs), como imagens, vídeos, áudio, texto e dados numéricos. A multimodalidade amplia a usabilidade ao permitir que os modelos interajam e criem saídas entre dados em várias modalidades.
“As empresas devem se concentrar na integração de recursos multimodais em softwares para aprimorar a experiência do usuário e a eficiência operacional. Ao aproveitar as diversas entradas e saídas de dados que a GenAI multimodal oferece, as empresas podem desbloquear novos níveis de produtividade e inovação”, diz Cozza.
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