
A especialista em comunicação por satélites Globalsat anunciou na quarta-feira (18) um acordo com a Amazon LEO, rede de satélites de baixa órbita da Amazon. O contrato dá direito a empresa de atuar como revendedora autorizada do acesso à rede da big tech para clientes empresariais nas Américas, mirando setores de mineração, marítimo, agricultura, silvicultura, energia, petróleo, gás e operações industriais.
A LEO, antes conhecida como Projeto Kuiper, é uma subsidiária da Amazon criada em 2019 para implantar uma “constelação” de satélites de internet para conectividade de banda larga de baixa latência. É uma concorrente direta da Starlink, do grupo de empresas de Elon Musk.
A venda do serviço no Brasil está prevista para começar em 2026, mirando primeiro áreas remotas e clientes corporativos e governamentais. A promessa é de banda larga de alta velocidade e baixa latência.
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Segundo J. Alberto Palacios, CEO e fundador da Globalsat Group, o acordo é visto como “ponto de inflexão” para a conectividade satelital nos mercados atendidos pela empresa. “Ao combinar tecnologia satelital de nova geração com nossa presença regional e experiência operacional, podemos oferecer aos nossos clientes soluções projetadas para entregar alto desempenho, mesmo nos ambientes mais desafiadores”, diz.
Segundo as partes envolvidas, a rede da LEO tem desempenho mais previsível que bandas largas tradicionais, o que atende as necessidades de indústrias, especialmente aquelas em áreas remotas. Os clientes poderão se conectar à rede utilizando uma das antenas compactas de alto desempenho (Leo Nano, Leo Pro e Leo Ultra).
O Ultra é o mais potente da linha, e promete velocidades de download de até 1 Gbps e upload de até 400 Mbps.
Atualmente, o Globalsat Group tem escritórios nos EUA, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, América Central e Caribe, Equador, México, Panamá, Peru e Porto Rico — além de rede de distribuidores e parceiros em outros territórios.
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