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A imagem mostra uma pessoa vestindo um terno segurando um tablet, enquanto um holograma digital representando a computação quântica aparece acima do dispositivo. O holograma inclui um chip central com um símbolo atômico no meio, cercado por conexões digitais e ícones relacionados à inteligência artificial (AI), automação e tecnologia. O fundo é escuro, criando um contraste futurista com os elementos luminosos da interface digital (computação quantica, segurança, IA, china, Inter, india)

A Globant anunciou nesta quinta-feira (6) que se uniu à IBM Quantum Network, rede de parceiros da IBM para avanço da computação quântica que inclui instituições acadêmicas, indústria, startups e outros stakeholders. O objetivo é “preparar e capacitar empresas latino-americanas em suas jornadas rumo à computação quântica”.

Com o anúncio, a Globant diz que passa a ter acesso a computadores quânticos com mais de 100 qubits para operações em larga escala, além de acesso ao software Qiskit, especialistas, suporte, recursos de aprendizagem e eventos.

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“A computação quântica não é apenas sobre velocidade: é uma nova maneira de pensar. Tornar-se parte da IBM Quantum Network é um passo importante para a Globant e as empresas com as quais trabalhamos em vários setores”, diz em comunicado Dario Robak, diretor de computação quântica na Globant.

No comunicado, a Globant cita previsão da própria IBM de que, entre agora e o fim de 2026, a comunidade quântica terá descoberto a primeira “vantagem quântica”, quando computadores quânticos podem executar um cálculo com mais precisão, mais barato ou mais eficientemente do que um computador clássico. A perspectiva é de que empresas que começarem a usar a computação quântica rápido estarão mais preparadas.

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