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A inteligência artificial generativa é uma realidade para o setor de serviços de aplicações, o outsourcing. De acordo com um estudo recente da ISG Provider Lens, a tecnologia se tornou padrão em operações de Application Development and Maintenance (ADM). Processos, estruturas de custo e o papel dos especialistas humanos foi redefinido, alega a consultoria.

De acordo com o estudo, os resultados podem ser notados em indicadores de eficiência. Houve redução de custo gerais graças à automação de tarefas repetitivas, como na criação de histórias de usuário, scripts de teste e sugestões de código. O impacto é considerado profundo o bastante para mudar o próprio conceito de serviço gerenciado, que, segundo Pedro L. Bicudo Maschio, um dos autores do estudo, “deixa de ser apenas uma função de suporte e passa a ser uma engrenagem estratégica na criação de valor digital”.

“Fornecedores que integram GenAI em seus processos de outsourcing registram ganhos simultâneos de produtividade, precisão e velocidade, o que também se reflete em novos modelos de precificação. Algumas empresas oferecem pacotes com e sem GenAI, demonstrando de forma transparente a vantagem financeira do modelo aprimorado por IA”, explica o autor.

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A integração com machine learning também eleva, segundo ISG, a qualidade de testes (QA), com automação de fluxos de verificação, geração de cenários de teste e previsão de desempenho. O resultado é um processo com menor incidência de erros e falhas. Além disso, a análise detalhada dos dados amplia a visibilidade sobre o desempenho das equipes e permite a identificação de gargalos.

A evolução tecnológica também redefine o papel dos especialistas. O estudo da ISG reforça que a IA não substitui, mas amplia a capacidade humana: a autonomia total da tecnologia ainda é definida como uma “meta em construção”. O estudo aponta que agentes autônomos ainda carecem de maturidade tecnológica e exigem supervisão humana constante.

Ranking de fornecedores

O relatório da ISG Provider Lens, chamado Application Development and Maintenance (ADM) 2025 para o Brasil, avalia 61 fornecedores em seis quadrantes. O relatório aponta Capgemini, Compass UOL, GFT e Wipro como líderes em três quadrantes cada. Accenture, BRQ, Meta, Spassu, Stefanini e Tech Mahindra como líderes em dois cada.

Base2, Cast Group, CI&T, Deal, DXC Technology, e-Core, FCamara, Inmetrics, Objective, Prime Control, Sempre IT, Softtek, TCS, TIVIT, TQI, T-Systems, Vericode e Yaman são apontadas como líderes em um quadrante cada. E Taking e TIVIT são definidas como “Rising Stars” – empresas com “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” – em um quadrante cada.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na Meta, Objective, Prime Control, Spassu, SoftDesign, Stefanini e TQI.

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