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A imagem mostra um prédio corporativo moderno, com fachada de vidro refletivo em tons de verde e azul. No centro superior do edifício há o logotipo da Microsoft, composto pelo ícone quadrado dividido em quatro cores (vermelho, verde, azul e amarelo) seguido do nome “Microsoft” em letras brancas. Em primeiro plano, há uma copa de árvores densas, de folhagem verde vibrante, parcialmente ocultando a base do prédio. Ao fundo, o céu está parcialmente nublado, com nuvens brancas e luz suave, conferindo um aspecto claro e arejado à cena. Outros prédios contemporâneos aparecem discretamente ao lado e atrás da construção principal, sugerindo um ambiente urbano corporativo.

A Microsoft apresentou nesta quinta-feira (11), um parecer jurídico em apoio a Anthropic. Este é mais um episódio da ação judicial movida pela empresa de inteligência artificial (IA) contra o governo dos Estados Unidos. A ação foi apresentada esta semana após a companhia ser classificada como um “risco à cadeia de suprimentos”.

A medida levou todas as agências federais a pararem de usar os serviços da startup e foi tomada após uma divergência entre o Pentágono e a big tech. Em seu contrato com o governo, Anthropic incluiu uma condição para que sua tecnologia não fosse usada para vigilância de cidadãos ou em armas que podem atacar um alvo sem controle humano. No entanto, diante da escalada na ofensiva contra o Irã, a Casa Branca afirmou que cabe ao governo decidir como usar suas tecnologias.

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No documento judicial, a Anthropic argumenta que a classificação como risco representa uma medida sem precedentes e não autorizada pela legislação federal. A empresa sustenta que o governo utilizou seu poder institucional para punir a companhia por posicionamentos públicos relacionados ao uso da tecnologia.

A inteligência artificial é uma das maiores apostas do governo americano em guerras. No Irã, a tecnologia tem apoiado o planejamento e identificação de alvos estratégicos, além de ser utilizada em drones que confundiram a defesa iraniana na operação que matou o líder supremo aiatolá Ali Khamenei.

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