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Imagem representando a integração de inteligência artificial com o mundo. Uma pessoa segura uma representação digital do globo terrestre em uma mão e, na outra, um cérebro estilizado com o símbolo 'AI' no centro, simbolizando tecnologia avançada e conexão globalHomem em traje formal segurando uma representação digital do globo terrestre em uma mão e um símbolo de cérebro com um chip de inteligência artificial (AI) na outra. A imagem destaca a integração entre tecnologia avançada e gestão global, com circuitos e luzes azuis que simbolizam inovação, conectividade e o impacto da inteligência artificial no mundo (IA, Inteligência Artificial, IA, gigantes, generativa, regulação, empresa, startups, gestão, OpenAI Anthropic, código aberto, setor financeiro, open, valor, estudo, ia generativa, ceos, Accenture, bancos, brasil, aplicações, alucina, produtividade)

A inteligência artificial generativa pode trazer ganhos médios de produtividade de 1,5% ao ano para as organizações, considerando uma amostra de 106 entidades classificadas pela agência Moody’s. Os dados fazem parte de um relatório recente e indicam, segundo os autores, uma remodelação do mercado de trabalho global.

Esses benefícios podem evoluir com o tempo, à medida que a parte da mão de obra afetada pelo aumento de capacidades e pela automação muda, e conforme a IA agêntica desempenhe papel maior. “Os avanços na IA afetarão o mercado de trabalho de forma mais ampla e profunda do que os avanços tecnológicos anteriores, dada a aplicação a tarefas cognitivas não estruturadas”, diz o comunicado recebido pelo IT Forum.

A Moody’s diz que a automação e o aumento de capacidades usando a IA substituirá ou complementará parte das ocupações atuais, com produtividade econômica maior. E admite que “alguns trabalhadores deslocados percam empregos ou trabalhem de forma menos produtiva em funções subsequentes”.

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A agência diz ainda que essa produtividade variará em economias avançadas e emergentes, dependendo de fatores como composição setorial e ocupacional da força de trabalho, preparação tecnológica, demografia, níveis de desemprego existentes e custos trabalhistas. As implicações de crédito dependerão de compensação entre custos sociais e fiscais da IA, diz.

Emergentes vs desenvolvidos

Segundo o relatório da Moody’s, o cálculo de produtividade obtida com uso de IA depende da realidade de cada país. Para os analistas, economias avançadas “provavelmente” obterão ganhos maiores por conta da maior exposição à IA, e se beneficiarão diante da expectativa de envelhecimento da força de trabalho atual. “…mas a extensão dos ganhos dependerá de como os trabalhadores deslocados se adaptarão às novas funções e políticas socioeconômicas em vigor para apoiar essa transição”.

Já as economias em desenvolvimento são “menos expostos ao deslocamento do mercado de trabalho em razão de seus salários mais baixos e infraestrutura digital mais limitada”. No entanto, alguns desses países estão “bem posicionados para obter ganhos significativos”.

A Moody’s admite incerteza sobre o futuro dos trabalhadores afetados pela IA, e se eles poderão conseguir empregos com maior produtividade e melhores salários, “como aconteceu com frequência em mudanças tecnológicas anteriores”.

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