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A imagem mostra um smartphone em destaque com a tela exibindo o texto “Grok” e o subtítulo “Understand the universe”. No canto superior direito, há a palavra “Skip”, indicando que pode ser uma tela inicial ou de introdução de um aplicativo ou serviço. No canto superior esquerdo, aparece o horário 21:23 e informações de rede e bateria. Contexto visual: Plano de fundo: Uma balança dourada, símbolo clássico da justiça, desfocada, sugerindo um tema relacionado a equilíbrio, ética ou decisões. Iluminação: Fundo claro com contraste entre o objeto dourado e o smartphone escuro, criando uma composição elegante e minimalista. Essa imagem transmite uma ideia de tecnologia (representada pelo app Grok) em diálogo com conceitos de justiça ou equilíbrio (representados pela balança).

O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) pediu nesta segunda-feira (12) a suspensão do Grok, ferramenta de inteligência artificial (IA) do bilionário Elon Musk. O requerimento foi feito após usuários do X passarem a utilizar a plataforma para imagens falsas de nudez de mulheres e crianças, sem consentimento.

De acordo com o pedido, os ocorridos são “um defeito grave na prestação do serviço, nos termos do Código de Defesa do Consumidor (CDC), uma vez que a plataforma não oferece o nível de segurança legitimamente esperado pelos usuários.”

Além disso, o Idec afirma que a ação viola a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o Marco Civil da Internet, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o recém-aprovado ECA Digital.

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O ofício também ressalta que o caso da Grok já gerou reações internacionais relevantes, com investigações e exigências de retirada de conteúdo. Na semana passada, a deputada federal Erika Hilton (PSOL) já havia protocolado uma ação no MPF (Ministério Público Federal) após as primeiras imagens surgirem na internet.

Autoridades do Reino Unido intensificaram a pressão sobre a plataforma X para que medidas seja tomadas contra a disseminação deste tipo de imagem. A cobrança se soma a reações de outros países como França e Índia.

“O episódio evidencia que inovação tecnológica sem responsabilidade produz danos reais. Quando uma tecnologia não consegue garantir salvaguardas mínimas, sua interrupção temporária é uma exigência jurídica e ética”, conclui o Idec.

*com informações do G1

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