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Inovabra | Foto: Shutterstock
Inovabra | Foto: Shutterstock

Uma jornada sem fricções, que avança com poucos cliques e, ao mesmo tempo, mantém a segurança e a confiança como requisitos inegociáveis. Foi para atender à crescente expectativa dos consumidores brasileiros por experiências digitais mais fluidas que o inovabra desenvolveu o IDbra, solução proprietária de identidade digital baseada em blockchain do Bradesco.

Com objetivo inicial de simplificar a jornada de solicitação de cartões de crédito, a iniciativa passou por um teste piloto em três agências do Bradesco que, juntas, atendem cerca de 40 mil clientes. Com a tecnologia, o banco estima reduzir em mais de 50% o tempo médio do processo. Como o abandono se concentra na etapa de preenchimento de dados, a projeção é quadruplicar a taxa de adesão dos cartões com o uso do IDbra.

“O modelo é sustentado por três pilares: credibilidade, confiabilidade e segurança”, explica Paulo Roberto Mello, gerente sênior de inovação do Bradesco. A credibilidade vem da emissão das credenciais por governos ou empresas reconhecidas, que as entregam diretamente ao usuário, responsável por administrar essas informações. 

inovabra | Imagem: Divulgação

A confiabilidade está na integridade dos documentos, que não podem ser alterados entre a emissão e o uso da credencial, permitindo validações consistentes e rastreáveis desde a origem. Já a segurança vem da autorização de uso pelo próprio usuário, que a compartilha mediante autenticação forte, garantindo que a operação seja consentida pelo verdadeiro titular.

Com 83% das transações bancárias acontecendo nos canais digitais e 78% sendo realizadas pelo celular, de acordo com a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, conciliar conveniência e proteção tornou-se uma frente estratégica para o setor financeiro.

Enquanto para o usuário, a identidade digital permite substituir cadastros manuais repetitivos pelo compartilhamento das credenciais em apenas um clique, para as empresas há também maior confiabilidade na informação recebida, o que reduz a necessidade de checagens adicionais, fortalece a prevenção de fraudes e agiliza o processo. 

Segundo Paulo Roberto Mello, a padronização do processo de autenticação nos fluxos digitais contribui para dificultar golpes baseados em engenharia social e roubo de identidade. À medida que o usuário se familiariza com o compartilhamento de credenciais, qualquer tentativa de solicitação de documento ou informação fora desse padrão torna-se mais fácil de identificar. “Além disso, a identidade digital fortalece princípios da LGPD ao permitir maior visibilidade sobre quando, como e com quem os dados foram compartilhados”, conclui.

Conheça o ecossistema inovabra e veja como iniciativas como o IDbra transformam desafios concretos em soluções para o mercado.

O post Identidade digital alia segurança e fluidez às jornadas online apareceu primeiro em Startups.