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Fachada de um edifício corporativo com o logotipo da Lenovo em destaque, exibindo sua marca em vermelho e branco no topo da construção moderna (Lenovo ISG)

O grupo Lenovo anunciou nessa quinta-feira (12) os resultados do terceiro trimestre fiscal do ano de 2025/26. A empresa diz ter obtido “receitas recordes” e expansão da receita obtida com inteligência artificial. A receita total no período foi de US$ 22,2 bilhões, alta de 18% na comparação anual, recorde para um único trimestre, somando todos os negócios do grupo.

O lucro líquido ajustado aumentou 36% ano contra ano, para US$ 589 milhões, com margem de lucro líquido expandindo para 2,7%.

Segundo a própria Lenovo, a IA se tornou “um dos principais motores de crescimento de longo prazo”, com a receita específica crescendo 72% na comparação ano contra ano, quase um terço (32%) da receita total. A explicação é a demanda por dispositivos, mas também por infraestrutura, serviços e soluções de IA.

“A Lenovo apresentou desempenho excepcional em todas as frentes no terceiro trimestre fiscal, com todos os principais negócios registrando forte crescimento de receita de dois dígitos e a IA se tornando um motor central de crescimento. Implementamos uma reestruturação estratégica do nosso negócio de infraestrutura, colocando-o em um caminho sólido rumo a um crescimento sustentável e lucrativo”, diz em comunicado o presidente e CEO da Lenovo, Yuanqing Yang.

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O executivo se refere à reestruturação promovida pela Lenovo na divisão ISG desde o ano passado. Ela é responsável por soluções de infraestrutura para o mercado B2B, e está concentrando esforços em inteligência artificial – o que trouxe encargos de reestruturação estimados em US$ 285 milhões no período.

Mas a empresa diz que estrutura vai otimizar custos e simplificar o portfólio, fortalecendo as vendas, com um pipeline para servidores de IA estimado em US$ 15,5 bilhões para os próximos anos. No terceiro trimestre, a receita da ISG cresceu 31% ano contra ano, atingindo US$ 5,2 bilhões

A divisão de dispositivos (IDG) obteve crescimento de receita de 14%, com US$ 15,8 bilhões em receita. Nela se incluem os PCs da marca, que cresceram mesmo com a crise de componentes no mercado de hardware, além dos smartphones da Motorola.

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