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A partir de 2026, o estado de Minas Gerais terá seu primeiro parque de data centers. O projeto é uma iniciativa da Supernova com a Mapa de Investimentos. Juntas, as empresas já desenvolveram mais de R$ 2 bilhões em operações imobiliárias e agora planejam começar as obras na em Leopoldina no segundo semestre deste ano. Com o auxílio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e de sua agência vinculada, Invest Minas, a empreitada já atraiu R$ 300 milhões em investimento privado. A expectativa do governo é de gerar cerca de 1,1 mil empregos diretos. O parque receberá até três data centers de grandes players do mercado de hiperescala. Espera-se que o primeiro edifício, com capacidade de TI de 60 MW, comece a operar em 2026. As outras instalações deverão contar com capacidade semelhante, totalizando aproximadamente 200 MW. Neste momento, as empresas estão em fase de conversa com interessados em desenvolver seus projetos no local. BNDES, Scala, Rj, data center, google; nova regra de data center em Londres.

A prefeitura de Londres está preparando uma nova política para orientar a instalação de data centers na cidade. A iniciativa surge após preocupações crescentes sobre o alto consumo de energia e água dessas estruturas, que se tornaram essenciais para serviços digitais e para o avanço da inteligência artificial (IA).

Segundo autoridades da City Hall, sede administrativa da capital britânica, e de acordo com informações da BBC, o objetivo é estabelecer diretrizes mais claras para a expansão dessas instalações, equilibrando a demanda crescente por infraestrutura digital com os impactos sobre recursos naturais e sobre a rede elétrica.

Os data centers desempenham papel central no funcionamento da economia digital, abrigando servidores responsáveis por armazenar dados, operar serviços de nuvem e processar aplicações baseadas em inteligência artificial.

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Nos últimos anos, a demanda por esse tipo de infraestrutura cresceu de forma acelerada. O avanço de tecnologias como computação em nuvem, streaming e modelos de IA generativa exige capacidade cada vez maior de processamento e armazenamento.

Esse movimento levou empresas de tecnologia a expandirem rapidamente suas redes de data centers em diversas regiões do mundo, incluindo grandes centros urbanos como Londres.

Pressão sobre recursos naturais

O aumento dessas instalações, no entanto, tem levantado questionamentos sobre seu impacto ambiental. Data centers de grande porte consomem quantidades significativas de eletricidade para operar servidores e sistemas de resfriamento.

Além disso, muitos utilizam grandes volumes de água em processos de refrigeração, o que tem gerado preocupação em cidades que já enfrentam desafios relacionados à gestão hídrica.

Autoridades londrinas afirmam que esses fatores passaram a exigir uma revisão das políticas urbanas para garantir que novos projetos sejam avaliados à luz da capacidade energética da cidade e da disponibilidade de recursos.

Planejamento urbano e infraestrutura

Outro ponto em discussão envolve o impacto dos data centers sobre a infraestrutura urbana. A concentração dessas instalações em determinadas áreas pode exigir reforços na rede elétrica e na conectividade, além de influenciar o planejamento do uso do solo.

Com a nova política em desenvolvimento, a prefeitura pretende estabelecer critérios que orientem onde e como novos data centers poderão ser construídos, considerando aspectos como eficiência energética, uso de água e integração com a infraestrutura da cidade.

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