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Imagem: ilustrativa/divulgação

A Luft Logistics anunciou um novo modelo de estruturação no produto Luft Agro. A unidade da empresa voltada para o agronegócio agora recebe uma camada de inteligência artificial agêntica (GeAI) para apoiar as interações e desenvolvimento em campo.

A empresa relata que se adequou a um movimento maior, que já ocorre em diversos setores de indústria e negócio, baseado em uma pesquisa do Gartner, que relata que 33% das interações digitais corporativas irão envolver agentes autônomos até 2028. A decisão busca trazer soluções mais antecipadas e interativas para os clientes de agronegócio. “O agro brasileiro exige velocidade e a IA entra como ferramenta para ampliar a visibilidade da operação, antecipar riscos e tornar nossas soluções mais ágeis para o cliente no campo”, afirma Luciano Luft, fundador e CEO da Luft Logistics.

Como ficam os serviços guiados por agentes

Os agentes avançados são desenvolvidos pela própria Luft, baseado em modelos de linguagem de ponta, e integram todas as dezenas de filiais em uma única base de dados. Com atuação simultânea e complementar entre os agentes.

O primeiro agente é voltado à análise financeira, monitorando indicadores, projetando cenários e otimizando a alocação de recursos, com base em padrões analisados. O segundo foca exclusivamente na experiência do cliente, antecipando demandas e personalizando interações. Essa dupla atuação permite que a companhia transforme dados brutos em análise de negócio.

A empresa também divulgou outra função da nova tecnologia, que é capaz de redefinir a área de suprimentos, que passa a operar com uma arquitetura orientada a IA. Além da evolução da chamada “torre de controle” um produto já consolidado da Luft Agro, que agora também entra no processo de automação.

Na torre de controle a tecnologia é usada para priorizar, com base em análise dos dados, alertas em tempo real, automatizando a comunicação com motoristas e clientes, entregando informações já filtradas e com sugestões de ação, o que cria um relacionamento híbrido entre a IA e o humano.

Gustavo Saraiva, CIO da Luft Agro, explica o desenvolvimento da tecnologia: “utilizamos outros modelos de linguagem como motor de processamento. Toda a inteligência de negócio, a arquitetura dos agentes, a conexão com nossos bancos de dados e a lógica preditiva foram desenhadas e desenvolvidas em casa, pela nossa equipe, que entende a complexidade da logística do agro”.

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A iniciativa é comandada pelo novo Chief Operating Officer (COO), Luiz Bentes, executivo com vasta experiência em escalar inovações e modernizar processos em grandes corporações. “A tecnologia amplia nossa capacidade de resposta, e o diferencial está na forma como nosso time aplica essas soluções. É essa combinação que nos permite transformar dados em confiança e eficiência real para quem produz no campo”, declara o COO.

“É gratificante ver nossa equipe abraçando essa inovação, transformando dados em soluções reais e encontrando oportunidades de aprendizado e crescimento dentro da casa”, complementa Alynne Oya, diretora de IA da Luft Logistics.

A implantação já é acompanhada nas filiais, onde informações alimentam a mesma base de dados usada na estratégia, permitindo padronização operacional, mas com adaptação regional. A companhia explica que o projeto ainda está em fase de ajustes, com total apoio de colaboradores para validar e escalar mudanças.

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