
A Lumx, startup brasileira especializada em infraestrutura de tecnologia blockchain e pagamentos com stablecoins, anuncia Cecília Rotiroti como Head de Operações & FX. A movimentação reforça o compromisso da empresa em expandir sua atuação no mercado global e fortalecer sua conexão com instituições financeiras, fintechs e reguladores em um momento de transformação profunda no sistema de pagamentos.
A chegada da executiva ocorreu após uma bem sucedida rodada de captação de US$ 3,4 milhões liderada por Indicator Capital e a CMT Digital. Com os investimentos, a Lumx está acelerando sua expansão regional e apostando em presença internacional para mapear oportunidades e regulações favoráveis no Brasil, Estados Unidos e Europa.
“O cliente sabe o que quer: previsibilidade, eficiência e agilidade. Nosso papel é ajudá-lo a enxergar o que precisa para evoluir com segurança. A Lumx pensa com mentalidade de infraestrutura. Isso nos permite dialogar com o mercado tradicional de forma complementar, oferecendo novas possibilidades sem abrir mão da governança e da responsabilidade que o setor exige”, afirma Cecília em nota.
Histórico no mercado
Em sua trajetória profissional, Cecília atuou em grandes instituições como Travelex Bank, Banco Rendimento e Brink’s Brasil, liderando projetos de expansão de operações, gestão de contas estratégicas, conformidade cross-border e arranjos de pagamentos em ambientes regulamentados.
Com mais de uma década de experiência em operações financeiras, câmbio, comércio internacional e integrações complexas, a executiva traz uma perspectiva pragmática para a Lumx, combinando profundo entendimento das dores do mercado tradicional com visão estratégica sobre as oportunidades que a tecnologia baseada em blockchain e ativos digitais oferece.
Visão de negócios
Comparando diferentes contextos, a nova Head de Operações & FX da Lumx observa que os bancos tradicionais trazem robustez, mas oferecem pouca flexibilidade. Em fintechs, segundo a executiva, há agilidade, mas às vezes falta estrutura. Para Cecília, a Lumx une o melhor dos dois mundos. “Combinamos infraestrutura digital com visão de compliance desde a origem. Não somos uma empresa que usa stablecoin, somos uma empresa que constrói rails de liquidação. Isso é diferente. Não queremos substituir o sistema, mas criar uma versão mais eficiente, dialogável com o regulador”.
Olhando para o futuro dos fluxos internacionais, a executiva vislumbra um cenário híbrido e colaborativo, em que diferentes camadas do sistema financeiro passam a operar de forma coordenada. Cecília aposta em uma liquidação mais rápida, com spreads mais eficientes e um modelo híbrido entre banco e infraestrutura digital. A nova executiva também enxerga que a vantagem competitiva estará na capacidade de orquestrar fluxos entre as camadas.
“O mercado não vai virar 100% cripto, ele será híbrido. E quem conseguir operar bem nesse entre-lugar será dominante. Estamos posicionados exatamente nesse ponto de intersecção”, explica.
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