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A imagem mostra uma parte de um documento impresso, provavelmente um contracheque ou folha de pagamento. Em destaque, há uma seção com o título “Payments” (Pagamentos), seguida por três itens listados: Salary (Salário), Bonus (Bônus) e Overtime (Horas extras). Acima, parcialmente visível, está outra seção com a palavra Employee (Empregado) e alguns números à direita, indicando valores ou quantidades. O fundo é branco, com texto em preto e azul, transmitindo um aspecto formal e corporativo. (caixa)

O fim do ano costuma pressionar o caixa das empresas com compromissos como 13º salário, participação nos lucros e benefícios extras aos colaboradores. Em um cenário em que cada real faz diferença, identificar impostos pagos indevidamente pode ser a chave para equilibrar as contas e garantir fôlego financeiro para atravessar este período.

O problema é mais comum do que se imagina: 99% das empresas de capital aberto no Brasil pagam mais impostos do que deveriam, segundo levantamento da AG. Entre os principais fatores que geram pagamentos indevidos estão as verbas de caráter indenizatório, o RAT (Risco Ambiental do Trabalho), a inadequação do CNAE preponderante e a inclusão indevida de verbas não salariais na base de cálculo do INSS, como bônus e PLR.

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Cálculos da AG Capital mostram que uma empresa que tem uma folha de pagamentos de R$ 1 milhão por mês, por exemplo, pode acumular até R$ 1,2 milhão em tributos pagos indevidamente em 5 anos. Esse montante representa 30% do total de tributos pagos no ano somente em guias previdenciárias.

Segundo Arnaldo Glavam Jr., fundador e CEO do Grupo AG Capital, a complexidade do sistema tributário brasileiro é um dos principais fatores que levam empresas a pagarem mais do que devem. “As regras mudam todos os dias e as companhias não conseguem acompanhar. Nossa missão é simplificar essa jornada, devolvendo para os clientes recursos que pertencem a eles e que podem ser usados para manter empregos, ampliar investimentos e sustentar o crescimento”, afirma.

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