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Duas mulheres trabalhando em frente a um computador em um centro de operações de segurança digital; uma delas, identificada como líder de segurança (CSO), está de pé e orientando a outra, que está sentada. Ao fundo, há vários monitores exibindo dados e gráficos digitais, sugerindo um ambiente de alta tecnologia voltado à cibersegurança (prevenção, infraestrutura)

Mais da metade (54%) dos líderes de infraestrutura e operações afirmam que redução de custos é o principal objetivo da área ao adotar inteligência artificial, e a tecnologia é a principal prioridade de investimento para eles no futuro. No entanto, as dificuldades de integração (para 48%) e a falta de orçamento (para 50%) são desafios para a adoção.

É o que revela um levantamento recente do Gartner. A pesquisa foi realizada online entre maio e julho de 2025 com 253 participantes dos Estados Unidos, Reino Unido, Índia e Alemanha.

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Para Melanie Freeze, diretora de pesquisa do Gartner, esses líderes precisam adotar a IA de forma intencional. “Em vez de buscar grandes projetos de IA, eles devem começar com pilotos viáveis e de alto valor, e atualizações flexíveis”, diz a especialista, em comunicado. “Por exemplo, as organizações poderiam usar a IA generativa para gerenciamento de custos em nuvem, para analisar automaticamente o faturamento de cloud, o uso de recursos e a eficiência da infraestrutura.”

Operações de segurança cibernética e desenvolvimento de talentos e habilidades são a segunda e a terceira áreas mais comumente citadas. Muitos líderes de infraestrutura e operações (49% e 48%, respectivamente) esperam aumentar investimentos no futuro nesses pilares.

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