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A maioria dos executivos no setor de seguros não sabe ou não consegue definir como anda a evolução do Open Insurance no País, com apenas 22% considerando que a evolução tem sido satisfatória (e 17% respondendo que “vai mal”). É o que revela a quarta edição do estudo Análise de Mercado do Open Insurance 2025 (OPIN), produzido no Brasil pela Capgemini.

O Open Insurance, ou sistema de seguros aberto em tradução livre, é um sistema que permite que consumidores de produtos e serviços de seguros, previdência complementar e capitalização compartilhem informações pessoais entre sociedades autorizadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). Na prática, é a versão do mercado de seguros do Open Finance.

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Apesar dos números negativos sobre a evolução, a maioria dos ouvidos pela Capgemini considera a tendência positivamente. Quase metade (48%) se dizem otimistas, enquanto 13% estão pessimistas.

Para a maioria (73%) dos executivos, os impactos reais do sistema só serão percebidos a partir de 2027 ou 2028. E 80% consideram a integração do OPIN com o Open Finance como essencial para aprofundar o conhecimento sobre o cliente. Parte considerável (82%) acreditam que a IA generativa e agêntica terá impacto positivo no desenvolvimento do ecossistema do OPIN.

Participaram do estudo online 147 pessoas – sendo 29% corretores e 39% seguradoras –, com 62% em cargos de superintendente ou acima. Houve ainda uma pesquisa qualitativa com 20 respondentes selecionados (33% seguradoras, 26% entidades e 21% corretores), a maioria em cargos de liderança.

O estudo pode ser lido na íntegra (em pdf) nesse link.

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