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A imagem mostra um ambiente de data center com diversos servidores montados em racks. Os equipamentos estão organizados em fileiras verticais, com luzes indicadoras acesas em alguns dos dispositivos, sugerindo que estão em operação. A iluminação é predominantemente azulada, com tons sutis de roxo, criando uma atmosfera tecnológica e moderna. Cabos e componentes conectam os servidores, refletindo a infraestrutura robusta necessária para armazenamento e processamento de dados em larga escala. Esse cenário é típico de locais utilizados para operações de TI críticas, como hospedagem de sites, análise de dados, inteligência artificial e outras aplicações de computação avançada. (emissões, brasil)

A Scala Data Centers anunciou a conclusão de uma transação de sale and leaseback (SLB), também chamada de “desimobilização de imóveis”, no valor de R$ 224,6 milhões (US$ 40,8 milhões). A empresa chama a operação de “maior já registrada no setor de data centers no Brasil”, e envolve a unidade em São João do Meriti (RJ), incluindo terreno e edifício.

Na prática, com a operação a Scala deixa de ser proprietária única do ativo imobiliário – 70%, incluindo imóvel e parte dos equipamentos, foram transferidos ao fundo, e 30% restantes permanecem com a Scala, que continuará operando o data center. Segundo a empresa, o dinheiro obtido com a operação servirá para novos investimentos.

“Essa transação é mais do que reciclagem de capital, é um habilitador estratégico”, diz em comunicado Raphael Rodrigues, diretor de investimentos da Scala Data Centers. “Ao monetizar ativos estabilizados, ganhamos agilidade financeira para acelerar novos desenvolvimentos na região, mantendo a excelência operacional e o controle total da entrega dos serviços.”

Leia mais: Scala recebe US$ 254 mi para três data centers e subestação de energia no Chile

A transação foi executada por meio de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) estruturado pela Alianza, com capital proveniente de joint venture de US$ 150 milhões com um “grande investidor internacional”. A JC foi criada para fazer investimentos de infraestrutura de longo prazo no Brasil.

É a segunda operação do tipo feita pela Scala, ambas com a Alianza, mas a primeira da nova joint venture. O acordo também inclui previsões contratuais para futuras expansões da capacidade de TI do edifício na região metropolitana do Rio de Janeiro.

“Não estamos apenas vendendo ativos, estamos construindo alianças estratégicas”, diz Luciano Fialho, vice-presidente sênior de desenvolvimento corporativo da Scala. “Esse modelo reforça a confiança dos investidores institucionais no nosso negócio e nos ajuda a executar com velocidade e disciplina no mercado digital de crescimento mais acelerado da América Latina.”

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A imagem mostra um ambiente de data center com diversos servidores montados em racks. Os equipamentos estão organizados em fileiras verticais, com luzes indicadoras acesas em alguns dos dispositivos, sugerindo que estão em operação. A iluminação é predominantemente azulada, com tons sutis de roxo, criando uma atmosfera tecnológica e moderna. Cabos e componentes conectam os servidores, refletindo a infraestrutura robusta necessária para armazenamento e processamento de dados em larga escala. Esse cenário é típico de locais utilizados para operações de TI críticas, como hospedagem de sites, análise de dados, inteligência artificial e outras aplicações de computação avançada. (emissões, brasil)

A Scala Data Centers anunciou a conclusão de uma transação de sale and leaseback (SLB), também chamada de “desimobilização de imóveis”, no valor de R$ 224,6 milhões (US$ 40,8 milhões). A empresa chama a operação de “maior já registrada no setor de data centers no Brasil”, e envolve a unidade em São João do Meriti (RJ), incluindo terreno e edifício.

Na prática, com a operação a Scala deixa de ser proprietária única do ativo imobiliário – 70%, incluindo imóvel e parte dos equipamentos, foram transferidos ao fundo, e 30% restantes permanecem com a Scala, que continuará operando o data center. Segundo a empresa, o dinheiro obtido com a operação servirá para novos investimentos.

“Essa transação é mais do que reciclagem de capital, é um habilitador estratégico”, diz em comunicado Raphael Rodrigues, diretor de investimentos da Scala Data Centers. “Ao monetizar ativos estabilizados, ganhamos agilidade financeira para acelerar novos desenvolvimentos na região, mantendo a excelência operacional e o controle total da entrega dos serviços.”

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A transação foi executada por meio de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) estruturado pela Alianza, com capital proveniente de joint venture de US$ 150 milhões com um “grande investidor internacional”. A JC foi criada para fazer investimentos de infraestrutura de longo prazo no Brasil.

É a segunda operação do tipo feita pela Scala, ambas com a Alianza, mas a primeira da nova joint venture. O acordo também inclui previsões contratuais para futuras expansões da capacidade de TI do edifício na região metropolitana do Rio de Janeiro.

“Não estamos apenas vendendo ativos, estamos construindo alianças estratégicas”, diz Luciano Fialho, vice-presidente sênior de desenvolvimento corporativo da Scala. “Esse modelo reforça a confiança dos investidores institucionais no nosso negócio e nos ajuda a executar com velocidade e disciplina no mercado digital de crescimento mais acelerado da América Latina.”

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