
A Simpress, líder brasileira em equipamentos de TI, divulgou seu plano de investimentos para 2026, onde são aportados R$ 750 milhões em operação.
O recurso é majoritariamente direcionado à atualização do parque tecnológico oferecido aos clientes, com 96% do valor destinado à compra de novos dispositivos. Os 4% restantes são investidos em ativos de software e na otimização dos processos logísticos em território nacional.
A movimentação financeira acompanha o sólido desempenho da companhia em 2025, ano em que registrou receita bruta recorde de R$ 1,8 bilhão. O crescimento de 11% no impulsionou a base sob gestão para mais de 800 mil dispositivos, um salto significativo comparado aos 200 mil aparelhos registrados no fim de 2019.
O potencial do PC como serviço
As perspectivas para 2026 baseiam-se na baixa penetração do modelo de locação no Brasil. Atualmente, apenas 15% do segmento de PCs B2B é atendido via outsourcing, o que representa uma vasta oportunidade de conversão do modelo de compra para o de serviço.
De acordo com dados da IDC, a Simpress já detém a maior base instalada do país, com mais de 300 mil notebooks e desktops gerenciados.
Para Vittorio Danesi, CEO da Simpress, o investimento é uma resposta direta à necessidade de escala. “Esse capital atende tanto a entrada de novos clientes quanto a renovação de bases já instaladas, o que é essencial para apoiar a aceleração digital das empresas com previsibilidade e controle financeiro”, afirma o executivo.
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Eficiência logística e inteligência artificial
Para sustentar uma operação que atende mais de 3,2 mil médias e grandes empresas, incluindo 7 das 10 maiores do país, a Simpress aposta em uma infraestrutura de 7 hubs e 50 mini-hubs logísticos.
A estratégia combina altos níveis de automação com SLAs agressivos para garantir a disponibilidade de equipamentos em operações críticas.
Além da logística, a IA ganha protagonismo na estratégia de 2026. A companhia está implementando uma plataforma omnichannel com atendimento automatizado, visando padronizar fluxos e agilizar o direcionamento de demandas, elevando a qualidade da experiência do cliente final.
Este avanço é visto como fundamental para manter a eficiência operacional enquanto a base de dispositivos continua a crescer em ritmo acelerado.
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