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Um homem de expressão séria, com cabelo loiro penteado para trás e pele com tonalidade bronzeada, veste um sobretudo escuro, camisa branca e gravata azul. Ele está ao ar livre, em frente a uma estrutura clara com janelas, possivelmente parte de um edifício governamental ou um jardim formal. O fundo é composto por vegetação e arquitetura clássica, sugerindo um ambiente institucional (donald trump, eua)

A nova ofensiva do governo Trump contra regulações ambientais está alimentando uma corrida por data centers movidos a combustíveis fósseis, colocando a inteligência artificial no centro de uma crise climática crescente. A revelação foi feita em reportagem publicada pelo The Verge.

Durante o Pennsylvania Energy and Innovation Summit, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, Donald Trump celebrou a aproximação entre o setor de IA e o lobby energético. Ao lado de executivos da ExxonMobil, Google e membros de seu gabinete, ele elogiou o chefe da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Lee Zeldin, como “o homem mais importante do dia”, prometendo autorizações aceleradas para usinas de energia, inclusive a “maior do mundo”.

Poucos dias depois, o governo excluiu usinas a carvão e fábricas de semicondutores de regras ambientais da era Biden, abrindo caminho para infraestrutura de IA altamente poluente.

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Governo corta fiscalização

No mesmo mês, a EPA anunciou a demissão de milhares de funcionários, atingindo em cheio o setor de pesquisa e desenvolvimento. Em entrevista anterior, Trump afirmou que “é muito mais caro fazer as coisas de maneira ambientalmente correta”. Já Zeldin, ao assumir a agência, disse que seu foco seria “libertar a dominação energética dos EUA” e transformar o país na “capital global da IA”.

Segundo a reportagem do The Verge, Trump também buscou capitalizar investimentos privados de cerca de US$ 36 bilhões em novos data centers e US$ 56 milhões em infraestrutura energética, vinculando-os diretamente à sua política pró-combustíveis fósseis.

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