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Retrato em close de uma pessoa posicionada de frente para a câmera, usando óculos de armação escura. A pessoa tem cabelo curto repartido para o lado e barba curta bem aparada. Veste blazer escuro sobre camisa clara. O enquadramento mostra o rosto e parte superior dos ombros. O fundo é liso e neutro em tom claro, sem elementos adicionais. A iluminação é uniforme, destacando os traços do rosto de forma equilibrada. (V8.Tech)

Se nos últimos anos o movimento dominante era o da migração para a nuvem, o estágio atual exige outra resposta: o que, de fato, esse investimento está gerando para o negócio? No final de 2025, um relatório gobal realizado pela Flexera mostrou que 84% das organizações enfrentam dificuldades para gerenciar seus gastos com nuvem, segundo levantamento que ouviu mais de 750 líderes técnicos e executivos. Um terço das empresas já gasta mais de US$ 12 milhões por ano apenas com nuvem pública, e 59% estão ampliando suas equipes de FinOps como resposta

É nesse contexto que a V8.Tech, empresa de tecnologia adquirida pela TIM, reforçou seu posicionamento no mercado, agora com ênfase em rentabilidade, governança financeira de TI e automação com inteligência artificial. “Adotar cloud deixou de ser apenas uma decisão sobre tecnologia e hoje é uma decisão de negócio com impacto direto em custo, velocidade e competitividade”, afirma Fábio Beato, diretor de Operações da V8.Tech. Para ele, o papel atual de um parceiro de nuvem é usar IA e automação para endereçar problemas que tecnologias tradicionais já não resolvem com eficiência.

Leia mais: CIOs que esperam consenso para adotar IA já estão atrasados, diz executivo da Thoughtworks

Para sustentar o posicionamento, a V8.Tech aposta em um portfólio de soluções proprietárias, entre elas o Accelerate e o Elevate, desenhadas, segundo a empresa, para reduzir o time-to-market de produtos e serviços e para atuar na camada de governança e evolução tecnológica dos ambientes de nuvem dos clientes. O argumento central é de que a complexidade dos ecossistemas digitais atuais já não comporta uma gestão baseada em processos manuais ou ferramentas genéricas.

Nesse sentido, Beato destaca três pilares fundamentais para impulsionar negócios com ROI:

  • Alinhamento entre tecnologia e estratégia: a nuvem deve estar conectada aos objetivos de negócio para transformar-se em motor de inovação;
  • Governança e FinOps: gestão financeira aplicada à tecnologia para garantir que o crescimento digital seja sustentável;
  • Dados e IA como vantagem: a nuvem como base para testar soluções e gerar insights rápidos, transformando informação em competitividade.

Quando esses elementos convergem, segundo o executivo, o custo operacional torna-se um habilitador de crescimento. “O papel do parceiro é ajudar o cliente a usar a nuvem da forma mais alinhada ao negócio, garantindo que o recurso ocupe um lugar central na estratégia corporativa. É a peça-chave para empresas que buscam crescer de maneira sustentável em um ambiente digital”, conclui Beato.

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