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Logótipo da operadora de telecomunicações "Vivo" em letras minúsculas, com tipografia arredondada na cor roxa com reflexos rosados. À direita da palavra, está o símbolo da marca: uma figura humana estilizada com braços e pernas abertas, também em roxo., solução, telefónica (Actionline)

A Vivo registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 19,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita total da companhia somou R$ 15,5 bilhões, avanço de 7,4%, impulsionado pela expansão da base pós-paga, da fibra óptica e do segmento B2B. 

As receitas com soluções digitais para empresas, como cloud, cibersegurança e IoT, atingiram R$ 5,4 bilhões nos últimos 12 meses, crescimento de 23,8%. A operação corporativa ganhou relevância no resultado da empresa e passou a representar 8,9% da receita total. 

Segundo a Vivo, o desempenho foi puxado pela ampliação do portfólio de serviços digitais. No período, a companhia destaca uma parceria com a São Martinho, empresa voltada à conectividade e internet das coisas (IoT) no agronegócio.

Leia mais: O desafio de Karina Baccaro para transformar a Vivo em uma máquina de crescimento B2B

“Neste trimestre, o crescimento de receitas, a expansão do lucro e a forte geração de caixa reforçam nossa capacidade de seguir investindo de forma sustentável – ampliando cobertura, qualidade de serviço e retorno aos acionistas”, explica o presidente da empresa, Christian Gebara. “Mantemos a liderança em fibra e 5G, ao mesmo tempo em que os serviços digitais e os novos negócios ganham escala e relevância”, completa.

A base de clientes da Vivo alcança 117,4 milhões de acessos, dos quais 103,7 milhões estão na rede móvel — cuja receita totaliza R$ 9,9 bilhões, impulsionada pelo pós-pago, que faturou R$ 8,6 bilhões nos primeiros três meses de 2026. Na rede fixa, o valor é de R$ 4,4 bilhões, impulsionado pela fibra óptica. 

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