
A especialista em cibersegurança e infraestrutura Tripla anunciou que terminou o ciclo fiscal de 2025 com faturamento de R$ 101,8 milhões, crescimento de 87% na comparação anual. O valor, segundo a empresa, supera meta originalmente projetada para o fim de 2026, e soma uma taxa de crescimento anual média de 75% na última década.
Segundo a empresa, o desempenho se deve ao bom desempenho da unidade de cibersegurança, que respondeu sozinha por mais de 50% da receita. Foram de 50 novos clientes no período, incluindo em setores como óleo e gás, saneamento e saúde.
“Agora, com esse patamar de R$ 100 milhões consolidado antes do previsto, nosso foco é a diligência: manter o ritmo, mas com o carro na mão, priorizando margem e eficiência em vez de apenas volume a qualquer custo”, diz em comunicado Rodrigo Colen, CEO da Tripla.
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A empresa diz ter começado 2026 com previsibilidade de faturamento de R$ 95,5 milhões, soma de R$ 61 milhões em contratos já assinados a faturar e R$ 34,5 milhões em renovações programadas. Na prática, a empresa diz começar o ano novo com quase 95% do que faturou no ano inteiro de 2025 já garantido.
“Não dependemos mais de poucos contratos grandes, mas de um ecossistema robusto. Essa previsibilidade nos permite planejar o ano com foco em entregar um Ebitda saudável e resultados consistentes, sem a pressão de ter que ‘comprar’ crescimento desordenado”, diz Colen.
Para sustentar o crescimento, a Tripla diz ter dobrado a folha de pagamento no último ano, chegando a cerca de 200 funcionários. E também ter contratado executivos experientes, vindos de empresas como Banco BMG, Logicalis e IC.
Em 2026, a Tripla diz que pretende diversificar o portfólio. Além de cibersegurança, a empresa vê oportunidades em setores de utilities (energia e saneamento) e governo.
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